A estupidez é um conceito que se aplica ao ser humano, exclusivamente,
mas não aos animais ou às inteligências artificiais, as quais apenas
copiam o pensamento humano estúpido, que é um pensamento deturpado,
sem liame ou vínculo com o mundo real; a estupidez ou estultícia é
uma espécie de esquizofrenia não percebida pela psiquiatria, por ser
tão presente no meio social, quase ou fundamento do mundo em
sociedade.
O estulto ou imbecil são vocábulos sinônimos, ambos se
apóiam em sua bengala de velhos antes do tempo ( velhice é uma forma
de "fenomenologia" da alma ( vida, movimento, "anima" no latim, de
onde se origina a palavra "animal", conquanto a alma "cristã",
teologicamente, ou em política teológica, não concerne aos animais,
mas somente aos homens, segundo esses "novos" evangelistas que foram
os teólogos medievos e mesmo os coevos, que só reconhecem a
alma-de-gato na onomástica do pássaro assim identificado
linguisticamente, pela linguística ) , que afeta, efetivamente, o espírito ou
pensamento, ser, essência). A imbecilidade apresenta sinonímia com
estultície.
A estultice é uma praga endêmica e epidêmica, uma peste negra, uma
gripe espanhola pior que essas epidemias porque têm vasto
espectro.Todos os males do mundo tem ocasião com o advento da
estultície, marca indelével do ser humano em sua imensa maioria. Os
estulto povoam a terra, daí a palavra povo segue como substantivo e
adjetivo simultaneamente, ocupando o mesmo espaço de significado no
significante ou corpo da palavra. Cerne e berne, no verbete para
mosca-do-berne ( "Dermatobia hominis"), verbete que é uma corruptela de
verme em língua de povo. Em língua de povo tudo é ovo, verme é
berne...
Nesse "berne" há um rasto de lesma de estultície, que causa
asco, que é asqueroso não no vocábulo, porém nos desdobramentos
mentais, nas operações intelectuais que evoluem negativamente do
pensamento do pernóstico, do imbecil que pensa que está a quebrar
regras, de modo crítico, no sentido kantiano do termo, no entanto está
tão-somente aventando oportunidade para o crime por estultície, que é
uma forma ( idéia ) de crime não captada pelo senso dos juristas, que
somente captam o que os políticos os fazem captar ou mandam eles
perceberam: é a percepção ou sensibilidade maculada pelo conceito de
estupidez, que mancha a humanidade gravemente.
Belo é um violoncelo tocando a gravidade; entretanto essa gravidade
enfermiça é melancólica,
a parvoíce é de se lamentar no homem ou mulher adultos.
Os jovens em geral, reagem contra essa parvoíce sistêmica; todavia eles
não possuem autoridade alguma, carecem de experiência e não podem
fazer muito contra a corrente da estultícia, muito genérica entre
adultos e velhos. As crianças escapam a isso, mas somente enquanto não
entram em contacto com as instituições que educam para se formar o ser
estúpido : a família, a igreja e a escola, a empresa, enfim, todas as
instituições sociais, cujo paradigma e origem é a igreja ou a religião,
nos casos de sociedades primitivas, neolíticas, paleolíticas, etc.
Contudo, os jovens são susceptíveis e podem aprender tal qual aprendem
os computadores ; por estupidez, pelo método estulto, que ´o método
sempiterno aplicado à inocente criança desde tenra idade, pela língua
e pela linguagem, que é mais vasta em sues signos, símbolos e sinais
que o idioma, cujo fito é atingir o intelecto, à memória e a
imaginação e nem tanto as emoções, os sentimentos, que fia a cargo dos
ritos, os quais cumprem essa função precípua da estultície, da
educação para formar papalvos, parlapatões, embusteiros, vigaristas,
padres, frades, pastores, médicos, profissionais, enfim, que todos se
defendem com a estupidez que aprenderam a venerar e obedecer cegamente
desde pequeninos.
Aos jovens fazem abrigar o mundo onírico da sociedade, passado pelos
indivíduos cuja individualidade foi bastante mitigada pela profissão
(profissão de fé), sonhos esses que por serem mendazes, meras
mentiras, trazem decepção e amargura , que acaba por alijar dos
processos de renovação, tornando-os, quando muito, eremitas dentro do
corpo social estúpido.
A essência da vida coletiva é a estupidez, não a
inteligência; ou , quando há mister da inteligência, essa inteligência
tem que ser mitigada, controlada, imbecilizada, enfim. Inteligência
faz mal ao corpo social, um corpo para o estulto, onde o débil mental
se sente à vontade e pode exercer sua inteligência política que, em
suma, e pura vigarice legalizada, por que os políticos são os donos do
poder e, consequentemente, do país ou cidade ou mudo em que vivem e
constroem seus territórios, com armas, direito, ciência, enfim, com os
escravos de todas as profissões formadas pela escola, fábrica de
tolos, que conquanto estejam de posse de toda a inteligência não a
utilizam senão de forma pífia e medíocre. a sociedade industrializa
não o aço ou o automóvel, mas principalmente o homem medíocre, o ogro
do desenho animado.
A lei obriga alguns ou muitos a ser o ogro e se
identificar com ele : isso é empatia social, coletiva, que faz do
homem individual um ser coletivo, totalitário como todo estado, que não
é estado algum senão em nome, mas homens que são esses estado, de onde
comandam o bando de gnus que é o povo. A alcatéia e o rebanho, esta a
relação natural que as palavras peneiram, tapam; palavras são
tapa-olhos para leitura minimizada; ínfima leitura com olho de
pirata,perna de pau, cara de mau... conforme canta uma bela marcha de
carnaval."Carnaval do Arlequim", obra pictórica de Joan Miró, artista catalão.
Os computadores são a essência da estupidez e inteligência
artificial,pois se se pode engodar as mentes juvenis com conceitos
sofísticos ( de sofistas, sofisma) ou mesmo sofisticados, cujo requinte impressiona até um
pintor impressionista, isso não sucede com o computador, que não tem
senso crítico, senso do ridículo, que o jovem, por mais ridículo que
se comporte, por mais macaco que seja ao arremedar seus ídolos
profissionais ( terminologia que está mais próxima nesta mundo em
atuação para prostituição ou meretrício, que da fé que caracteriza o
profeta autêntico, genuíno, que morre por sua fé, tal qual o mártir
cristão e os heróis comunistas, marxistas, que, por mais incauto que
possam ser, pensam, incomodam, podem ter despertado o senso crítico,
apagado pela educação estúpida que permeia toda a "mídia", enfim, todas as
esferas sociais.
O computador, não; é sempre um estúpido, age com
estupidez plena, irreversível; essa máquina não possui senso crítico,
nem pensa; responde ou reage ( pensar não é reagir, mas agir; reagir
é sub-ato; o ato é pensar, que se transforma em fato ao se realizar no
mundo ou fora da esfera do pensamento que, então, dessarte, se
aliena,e ai vem outro problema filosófico grave, profundo, áspero,
ruinoso).
O homem, mesmo o "estupidificado" pela educação obrigatória, está entre
o conhecimento e a sabedoria, ou seja, entre o saber, que lhe é
próprio e aos animais também, e ao conhecer, ato exclusivo do homem,
que está nos signos, símbolos e seus derivados como artefactos,
valores, histórias, filosofias, etc. Esse pensar ou conhecer, que
discrepa do saber, meramente ato ou reação animal e humana também,
fundada nos órgãos dos sentidos, e no organismo todo, está entre as
tensões do sim e do não, do positivo e do negativo, enfim, entre todas
a tensão, pois todas a s palavras para nomear as várias tensões nomeiam
na verdade a mesma tensão sob variegadas onomásticas por uma questão de
necessidade de comunicação antes que de conhecimento. Na realidade
dentre essas tensões que permeia todo o conhecimento humano está a
doutrina maniqueísta, pois o maniqueísmo é toda a doutrina da
ciência, da religião e só não cabe mais na filosofia final de
Bachelard que anunciava ao fim da filosofia, assim como Aristóteles foi o
fim da filosofia antiga. Bachelard fala da geometria e da
não-geometria ou geometria euclidiana e não-euclidiana, da química sim e
não e da demais ciências ou metafisicas que tratam o u migraram para o
sim e não o positivo e negativo , o mal e o bem cuja ligação ou liame é
feito pela doutrina maniqueísta, que as copula, as conecta, faz a
conexão necessária e tem vários nomes metafísicos embora seja o mesmo
espaço-tenso ou em movimento permanente, perene, que fica ente o bem e o
mal, com o qual concebemos todo o conhecimento. o conhecimento é isso e
está entre isso e nas respectivas polaridades, ou pólos, formando o
conhecimento, que os medeia e polariza e vai aos pólos antípodas.Maniqueu
que o diga e disse! - E o diz ainda.
Sem embargo, isso não oblitera o conhecimento, pois o conhecimento
transcende ( transcender é um apanágio ou atributo do conhecimento ou
do ato de conhecer, conceber), pois o conhecimento em sua apercepção,
no sentido kantiano, conhece mais, estende ou transcende as fronteiras
da imanência e do imanente vai ao transcendente quando ode conhecer e
conceber, graças á palavras, as quais podem tudo, assim como os
números, que podem até infinito matemático e abstrações algébricas ou
geométricas, os conceitos também saem dos vocábulos para conhece tudo,
pois o homem pode conhecer tudo, mas não sabe tudo; o que sabe está
em sua esfera de alcance dos sentidos, dos sensores, os quais medem o
mundo de fato, enquanto o conhecimento mensura um mundo de Direito (
no sentido que Kant fala em Direito em oposição fato, sendo,
portanto, o de direito aqui, puro ato, ou pensamento, hipótese que
pode virar tese quando fato, tanto no Direito quanto na filosofia que
engendra o Direito e o ato de direito ou louvado no Direito).
Entre o bem e o mal ou sim e não esteve o conhecimento até aqui, mas o
conhecimento transcende isso, está além, aquém e permeia o bem e o mal
ou o feminino e o masculino, ou quaisquer outras polaridades em
espaço tenso ou espaço de tensão , que pode ser o misterioso tempo. Não
somente transcende e é imanente a todo o "espaço" e "tempo" entre o
bem e o mel , a doutrina maniqueísta, que também reveste o sim e o
não, o macho e fêmea, o Yang/Yin chinês, enfim, o positivo e o
negativo e todas as polaridades, mas também está antes do bem e do mal
e das respectivas polaridades, medeia os pólos magnéticos ou
abstratos ou elétricos, eletromagnéticos, bem como vai além de todo o
espaço e tempo das polaridades, do espaço e tempo extenso entre elas e de antes ou do
espaço anterior e posterior a esses pólos norte e sul, por assim
dizer.
O conhecimento é todo expresso pela doutrina maniqueísta, conquanto não
seja bem aceito essa realidade. Todavia, a doutrina de Maniqueu
esqueceu dos espaços tensos de antes, anterior, e depois, posterior ,
do espaço e tempo no qual
colocou o bem e o mal, que são extravasados numa nova visão, que, de
certa forma , já passaram pelo crivo da intuição de alguns filósofos
coetâneos, se o há.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
VIDA EM RITO( wikcionario wik dicionario wiki vida etimologia )
O corpo humano é um engrolar de palavras na medicina e outras práticas
e ciências, ou ditas tais. Mas o corpo não é isso, não são palavras, é
mais complexo e real, não passa sequer perto das palavras. O corpo
humano "médico" ou visto por este prisma, não é anatomia, não se torna
abstracto e genérico de fato na anatomia ou fisiologia. Na realidade,
anatomia não passa de uma palavra para dizer da geometria do corpo; é
o que conhecemos enquanto essência (só conhecemos essências); a
anatomia não passa de uma geometria,assim como a geodésia, geografia,
etc. Assim, da língua escrita à desenhada vai o ser humano, sendo a
geometria uma espécie de "língua ", idioma ou linguagem
"hieroglificada" ou, mais propriamente dito, "geoglifada", copiando as
formas "anatômicas" da Terra, do planeta. A língua que falamos e com a
qual mordemos com enzimas à boca é o idioma do conhecimento, com o
qual também desenhamos conceitos em forma de signos alfabéticos e
abstratos, não mais hieroglíficos, como dantes, no Egipto e nas
expressões linguísticos escritas por outros povos que ainda não haviam
produzido uma língua alfabética, como o latim que se espargiu pelo
mundo todo, graças às campanhas e conquistas de Roma imperial. A
língua alfabética se afasta das imagens, da imagística, que fica para
a geometria, enquanto a língua falada e escrita alfabeticamente ( o
latim de Roma ) se livra do peso das imagens "geoglíficas", que eram
os desenhos-conceitos dos povos pré-latim, livrando-se
concomitantemente dos desenhos da geometria, que fica, desde a Grécia
Antiga, com Euclides, a representar o idioma das formas matemáticas
puras, com as quais concebemos um universo de formas puras, quiçá "a
priori".
Quando o homem adoece o médico, senhor, dono de um corpo anatômico
genérico, abstracto, o médico, um profissional ou um ser alienado do
homem, dá-lhe
remédios, os quais não curam nada, pois é o corpo quem cura ou não,
consoante seus interesses de acasalamento e perpetuação da espécie ou
conservação do grupo do animal e alfa, que é tão útil e necessário ao
grupo quanto o animal reprodutor, se não mais; daí a importância dos
velhos animais no agrupamento dos elefantes e nas culturas orientais.
Vide China de Confúcio e Lao Tsé.
O corpo cura-se sem necessidade do
remédio; o remédio ou "Pharmacon" ajuda, muitas vezes, assim como os
rituais psicossomáticos dos xamãs, pajés e outros bruxos ou
feiticeiros ( médicos ou cientistas rituais e "intelectuais" em outro
contexto cultural), porém o que define a cura do corpo é o próprio
corpo e
sua necessidade para a vida, a natureza; se a natureza parar de
investir no corpo o animal perece, definha, morre, por ser um peso
para si e, evidentemente, para o grupo.Quem ou o animal que não se
mantém e não ajuda ou determina a sobrevivência do rebanho ou alcateia
perece, é alijado pela natureza, dado aos vermes. E não há remédio que
cure! Se não fosse assim e a medicina ou ciência tivesse tão evoluída
quanto asseveram os mendazes, não haveria morte de animais jovens e o
processo de cura seria completo e quase imediato; não se arrastaria
com os paliativos por décadas com o homem doente sobrevivendo sem
condições naturais, com inúmeros efeitos colaterais e drogas que lhe
prendem a vida ao corpo por um fio ténue que a natureza, senhora do
universo e do corpo, quebra quando
necessário ou quando cansa de ajudar o corpo inerme ou descobre pelo
corpo que esta´sendo enganada,
pois remédios é isso ; engodo natural. ludibriar o homem
psicologicamente ou psicossomaticamente junto com a natureza, de modo
que o corpo continue vivo, mas cheio de outras enfermidades
ocasionadas pelos efeitos colaterais vários que as drogas produzem no
organismo combalido, pronta há muito para a morte. Vida sem qualidade
alguma; uma sub-vida graças aos progressos da alienada ciência,que os
homens pensam ser o máximo, assim como pensavam antes da religião ( e
muitos ainda pensam! : a maioria estúpida).
A estupidez do homem é necessária à vida graças a essência e à
necessidade de conviver ; não há mister de estupidez para
suster a vida animal que , se cai ferido, ou se ergue de novo,
renovado para uma continuação da vida ou morre, se não puder se erguer
com o mesmo viço de antes ou ainda mais forte, pois doenças
experimentam e qualificam o forte para a longevidade com saúde em
plenitude e não combalido e fraco, sob os auspícios das drogas,
naturais ou artificias, as quais não são muito diferentes de fato,
apenas de negócio. Novo comércio, novas promessas ( velhas!...
encarquilhadas promessas.... Se a ciência fosse o que o discurso
onírico e de ficção cientifica faz dela não morreríamos, nem tampouco
e muito menos morreriam os médicos e os ricos, donos do mundo e dos
médicos, ou ao menos viveriam em plenitude de vigor e saúde até mais
de cem anos ou quanto tempo quisesse e morreriam e viveriam conforme o
lema dos romanos que diz que é preciso viver bem e morrer bem, o que é
perfeito e mostra o saber e a erudição filosófica de Roma, que ficou
no latim, morreu com o lati e não passou ás s línguas vernaculares que
preferiu a religião, melhor para povos e políticos, donos de povos e
de porcos : são porcos comandando porcos, consoante a equação na
"Revolução os Bichos de Owen ).
A ciência sabe isso, sabe aquilo... assim falam os pobres jornalistas
e outros pobres-diabos que pensam saber algo além de sua
circunvizinhança, uma ilusão que a religião inaugura com os profetas e
um saber paupérrimo sem a erudição filosófica e literária do latim,
que incorporou a cultura grega e a transmitiu em língua alfabética ao
mundo então conhecido e dominado por Roma ou pela Império Romano.
A ciência não sabe nada, não pode saber nada, não conhece nada, não pode
conhecer porque a ciência não existe, senão é uma essência ou ser
alienando do homem. O cientista também nada sabe, em contraste com o
animal e o homem que também é uma animal, que sabem do mundo pelos
sentidos. A ciência nem o cientista tem sentidos, mas palavras (
essência , ser, pensamento); o cientista não é um homem integral, é
uma parte alienada do homem, de posse do conhecimento, que é algo da
essência do homem, mas não do saber, que é exclusivo do animal e do
homem enquanto animal. o cientista é uma alienação do homem, uma mera
abstracção que retira do homem seus sentidos, sua existência e
realidade e o transforma em essência que compreende ou pode conhecer
ou conceber apenas o conhecimento, que é forma do em duas línguas: a
língua do desenho ou geometria e a língua dos signos ou língua
propriamente dita, escrita, conquanto o desenho também seja uma forma
de escrita "glífica"(hieróglifos, geóglifos ), por imagens e não por
signos, como as línguas
alfabéticas que se fixaram após o advento do latim no mundo, por Roma,
essas empresas ( campanhas) das legiões romanas, a primeiro e maior
empresa do mundo, que prestaram esse serviço com a máxima violência e
brutalidade. o cientista assim como o filosofo e demais profissionais
é o homem alienado, preso no círculo de alienação do conhecimento,
ignorando o saber ou sabedoria , que é o provar o sal, que é o mundo,
o mundo de Roma, conforme soa nos Evangelhos, que reflecte o poderio e
domínio cultural e político, econômico, enfim, em todas as esferas, de Roma.
A ciência não são os cientistas, nem a ciência enquanto entidade de
essência, ou coisa-essência do homem, fabricada pelo filósofo em seus
conceitos que alienam o mundo ao abstraí-lo enquanto matéria
complexa,cadeia de relações inseparáveis que a ciência ou a filosofia
separa, com palavras, para poder conhecer a essência , mas jamais a
existência, d qual estamos afastados como homens ou filósofos, pois
nem o animal conhece, uma vez que o conhecimento é por palavra e
conceitos e desenhos geométricos; o anima apenas sabe, assim como o
homem, que, aliás, até sabe menos, por seus sentidos não captam tão
longe e com o refinamento ou características dos outros animais.
A ciência não são os cientistas,portanto.; a ciência não é nada, há
homens que conhecem, os eruditos e homens que sabem, os sábios e uma
mescla deles sabe e conhece. A ciência mesma é uma torre de babel de
doutrinas desencontradas, pois a ciência mesma só existe em essência ou
no ser do homem ou no ser que o homem põe no mundo enquanto posição ou
tese sua, pessoal, individual ( o homem é inevitavelmente um
indivíduo); os cientistas são profissionais alienados do homem que
conhecem palavras, essências, mas não existência,
pois esta, a existência, é um saber, uma sabedoria, um provar o mundo
com a língua e suas enzimas, mas não um conhecer.
Esses cientistas alienados são indivíduos, nada mais que indivíduos,
conquanto o senso de colectividade os invada; não obstante, é
impossível deixar a individualidade, assim como pensar ou sentir sem
estar na corrente da vida; tais cientistas ou homens alienados de sua
individualidade, ou seja, de sua realidade, naturalidade, existência,
enfim, esses indivíduos coletivizados por palavras, e apenas por elas
e o contexto que criam no rasto do texto, o que limita o homem no
tempo e na cultura, constroem a ciência, enquanto
entidade ou essência ou instituição ou artefacto humano com palavras;
esse conhecer, ou conhecimento que somente se dá por indivíduos, um
produto de individualidades, neste sentido, inalienáveis em sua
individualidade profunda, "pelágica"; a ciência, assim posta, no ser,
em essência~, não passa em si de uma torre de Babel, um colosso :
Isto é a ciência, uma torre de Babel construída por muitos e
contraditórios nos ditos e idiomas que se fala em geometria, álgebra,
matemática, língua ( latim, grego, sânscrito, as línguas mui cultas)
ou em vernáculo, línguas que não ganharam o contexto filosófico,
religioso ou místico e do Direito romano e canônico, que sobrevivem no
latim, através da veia idiomática grega e no sânscrito, que trazem
religião, técnicas vitais e filosofia ( ciência de fato e de Direito,
epistemologia de si e da ciência derivada da ciência magna e
fundamental que é a filosofia grega, que só há filosofia grega que,
posteriormente, passou para o latim, criou o o Direito, que é cria
romana, e a lógica para a religião ( teologia), enfim, a erudição vem
das línguas verdadeiramente cultas porque acolheram a filosofia, a
poesia, o teatro e o rito religioso, a religião, as artes, enfim, toda
o conhecimento em língua que os antigos sábios e eruditos legaram á
civilização e que permeiam toda a cultura ocidental e oriental).
A vida é uma tragédia que acaba com a morte; a medicina e a religião
ou a ciência e a tecnologia não passam de meros ritos para tentar
burlar o espírito humano a fim de que possa viver olvidando essa
tragédia cruel. Todos acabamos descansando na caveira e nos ossos.
e ciências, ou ditas tais. Mas o corpo não é isso, não são palavras, é
mais complexo e real, não passa sequer perto das palavras. O corpo
humano "médico" ou visto por este prisma, não é anatomia, não se torna
abstracto e genérico de fato na anatomia ou fisiologia. Na realidade,
anatomia não passa de uma palavra para dizer da geometria do corpo; é
o que conhecemos enquanto essência (só conhecemos essências); a
anatomia não passa de uma geometria,assim como a geodésia, geografia,
etc. Assim, da língua escrita à desenhada vai o ser humano, sendo a
geometria uma espécie de "língua ", idioma ou linguagem
"hieroglificada" ou, mais propriamente dito, "geoglifada", copiando as
formas "anatômicas" da Terra, do planeta. A língua que falamos e com a
qual mordemos com enzimas à boca é o idioma do conhecimento, com o
qual também desenhamos conceitos em forma de signos alfabéticos e
abstratos, não mais hieroglíficos, como dantes, no Egipto e nas
expressões linguísticos escritas por outros povos que ainda não haviam
produzido uma língua alfabética, como o latim que se espargiu pelo
mundo todo, graças às campanhas e conquistas de Roma imperial. A
língua alfabética se afasta das imagens, da imagística, que fica para
a geometria, enquanto a língua falada e escrita alfabeticamente ( o
latim de Roma ) se livra do peso das imagens "geoglíficas", que eram
os desenhos-conceitos dos povos pré-latim, livrando-se
concomitantemente dos desenhos da geometria, que fica, desde a Grécia
Antiga, com Euclides, a representar o idioma das formas matemáticas
puras, com as quais concebemos um universo de formas puras, quiçá "a
priori".
Quando o homem adoece o médico, senhor, dono de um corpo anatômico
genérico, abstracto, o médico, um profissional ou um ser alienado do
homem, dá-lhe
remédios, os quais não curam nada, pois é o corpo quem cura ou não,
consoante seus interesses de acasalamento e perpetuação da espécie ou
conservação do grupo do animal e alfa, que é tão útil e necessário ao
grupo quanto o animal reprodutor, se não mais; daí a importância dos
velhos animais no agrupamento dos elefantes e nas culturas orientais.
Vide China de Confúcio e Lao Tsé.
O corpo cura-se sem necessidade do
remédio; o remédio ou "Pharmacon" ajuda, muitas vezes, assim como os
rituais psicossomáticos dos xamãs, pajés e outros bruxos ou
feiticeiros ( médicos ou cientistas rituais e "intelectuais" em outro
contexto cultural), porém o que define a cura do corpo é o próprio
corpo e
sua necessidade para a vida, a natureza; se a natureza parar de
investir no corpo o animal perece, definha, morre, por ser um peso
para si e, evidentemente, para o grupo.Quem ou o animal que não se
mantém e não ajuda ou determina a sobrevivência do rebanho ou alcateia
perece, é alijado pela natureza, dado aos vermes. E não há remédio que
cure! Se não fosse assim e a medicina ou ciência tivesse tão evoluída
quanto asseveram os mendazes, não haveria morte de animais jovens e o
processo de cura seria completo e quase imediato; não se arrastaria
com os paliativos por décadas com o homem doente sobrevivendo sem
condições naturais, com inúmeros efeitos colaterais e drogas que lhe
prendem a vida ao corpo por um fio ténue que a natureza, senhora do
universo e do corpo, quebra quando
necessário ou quando cansa de ajudar o corpo inerme ou descobre pelo
corpo que esta´sendo enganada,
pois remédios é isso ; engodo natural. ludibriar o homem
psicologicamente ou psicossomaticamente junto com a natureza, de modo
que o corpo continue vivo, mas cheio de outras enfermidades
ocasionadas pelos efeitos colaterais vários que as drogas produzem no
organismo combalido, pronta há muito para a morte. Vida sem qualidade
alguma; uma sub-vida graças aos progressos da alienada ciência,que os
homens pensam ser o máximo, assim como pensavam antes da religião ( e
muitos ainda pensam! : a maioria estúpida).
A estupidez do homem é necessária à vida graças a essência e à
necessidade de conviver ; não há mister de estupidez para
suster a vida animal que , se cai ferido, ou se ergue de novo,
renovado para uma continuação da vida ou morre, se não puder se erguer
com o mesmo viço de antes ou ainda mais forte, pois doenças
experimentam e qualificam o forte para a longevidade com saúde em
plenitude e não combalido e fraco, sob os auspícios das drogas,
naturais ou artificias, as quais não são muito diferentes de fato,
apenas de negócio. Novo comércio, novas promessas ( velhas!...
encarquilhadas promessas.... Se a ciência fosse o que o discurso
onírico e de ficção cientifica faz dela não morreríamos, nem tampouco
e muito menos morreriam os médicos e os ricos, donos do mundo e dos
médicos, ou ao menos viveriam em plenitude de vigor e saúde até mais
de cem anos ou quanto tempo quisesse e morreriam e viveriam conforme o
lema dos romanos que diz que é preciso viver bem e morrer bem, o que é
perfeito e mostra o saber e a erudição filosófica de Roma, que ficou
no latim, morreu com o lati e não passou ás s línguas vernaculares que
preferiu a religião, melhor para povos e políticos, donos de povos e
de porcos : são porcos comandando porcos, consoante a equação na
"Revolução os Bichos de Owen ).
A ciência sabe isso, sabe aquilo... assim falam os pobres jornalistas
e outros pobres-diabos que pensam saber algo além de sua
circunvizinhança, uma ilusão que a religião inaugura com os profetas e
um saber paupérrimo sem a erudição filosófica e literária do latim,
que incorporou a cultura grega e a transmitiu em língua alfabética ao
mundo então conhecido e dominado por Roma ou pela Império Romano.
A ciência não sabe nada, não pode saber nada, não conhece nada, não pode
conhecer porque a ciência não existe, senão é uma essência ou ser
alienando do homem. O cientista também nada sabe, em contraste com o
animal e o homem que também é uma animal, que sabem do mundo pelos
sentidos. A ciência nem o cientista tem sentidos, mas palavras (
essência , ser, pensamento); o cientista não é um homem integral, é
uma parte alienada do homem, de posse do conhecimento, que é algo da
essência do homem, mas não do saber, que é exclusivo do animal e do
homem enquanto animal. o cientista é uma alienação do homem, uma mera
abstracção que retira do homem seus sentidos, sua existência e
realidade e o transforma em essência que compreende ou pode conhecer
ou conceber apenas o conhecimento, que é forma do em duas línguas: a
língua do desenho ou geometria e a língua dos signos ou língua
propriamente dita, escrita, conquanto o desenho também seja uma forma
de escrita "glífica"(hieróglifos, geóglifos ), por imagens e não por
signos, como as línguas
alfabéticas que se fixaram após o advento do latim no mundo, por Roma,
essas empresas ( campanhas) das legiões romanas, a primeiro e maior
empresa do mundo, que prestaram esse serviço com a máxima violência e
brutalidade. o cientista assim como o filosofo e demais profissionais
é o homem alienado, preso no círculo de alienação do conhecimento,
ignorando o saber ou sabedoria , que é o provar o sal, que é o mundo,
o mundo de Roma, conforme soa nos Evangelhos, que reflecte o poderio e
domínio cultural e político, econômico, enfim, em todas as esferas, de Roma.
A ciência não são os cientistas, nem a ciência enquanto entidade de
essência, ou coisa-essência do homem, fabricada pelo filósofo em seus
conceitos que alienam o mundo ao abstraí-lo enquanto matéria
complexa,cadeia de relações inseparáveis que a ciência ou a filosofia
separa, com palavras, para poder conhecer a essência , mas jamais a
existência, d qual estamos afastados como homens ou filósofos, pois
nem o animal conhece, uma vez que o conhecimento é por palavra e
conceitos e desenhos geométricos; o anima apenas sabe, assim como o
homem, que, aliás, até sabe menos, por seus sentidos não captam tão
longe e com o refinamento ou características dos outros animais.
A ciência não são os cientistas,portanto.; a ciência não é nada, há
homens que conhecem, os eruditos e homens que sabem, os sábios e uma
mescla deles sabe e conhece. A ciência mesma é uma torre de babel de
doutrinas desencontradas, pois a ciência mesma só existe em essência ou
no ser do homem ou no ser que o homem põe no mundo enquanto posição ou
tese sua, pessoal, individual ( o homem é inevitavelmente um
indivíduo); os cientistas são profissionais alienados do homem que
conhecem palavras, essências, mas não existência,
pois esta, a existência, é um saber, uma sabedoria, um provar o mundo
com a língua e suas enzimas, mas não um conhecer.
Esses cientistas alienados são indivíduos, nada mais que indivíduos,
conquanto o senso de colectividade os invada; não obstante, é
impossível deixar a individualidade, assim como pensar ou sentir sem
estar na corrente da vida; tais cientistas ou homens alienados de sua
individualidade, ou seja, de sua realidade, naturalidade, existência,
enfim, esses indivíduos coletivizados por palavras, e apenas por elas
e o contexto que criam no rasto do texto, o que limita o homem no
tempo e na cultura, constroem a ciência, enquanto
entidade ou essência ou instituição ou artefacto humano com palavras;
esse conhecer, ou conhecimento que somente se dá por indivíduos, um
produto de individualidades, neste sentido, inalienáveis em sua
individualidade profunda, "pelágica"; a ciência, assim posta, no ser,
em essência~, não passa em si de uma torre de Babel, um colosso :
Isto é a ciência, uma torre de Babel construída por muitos e
contraditórios nos ditos e idiomas que se fala em geometria, álgebra,
matemática, língua ( latim, grego, sânscrito, as línguas mui cultas)
ou em vernáculo, línguas que não ganharam o contexto filosófico,
religioso ou místico e do Direito romano e canônico, que sobrevivem no
latim, através da veia idiomática grega e no sânscrito, que trazem
religião, técnicas vitais e filosofia ( ciência de fato e de Direito,
epistemologia de si e da ciência derivada da ciência magna e
fundamental que é a filosofia grega, que só há filosofia grega que,
posteriormente, passou para o latim, criou o o Direito, que é cria
romana, e a lógica para a religião ( teologia), enfim, a erudição vem
das línguas verdadeiramente cultas porque acolheram a filosofia, a
poesia, o teatro e o rito religioso, a religião, as artes, enfim, toda
o conhecimento em língua que os antigos sábios e eruditos legaram á
civilização e que permeiam toda a cultura ocidental e oriental).
A vida é uma tragédia que acaba com a morte; a medicina e a religião
ou a ciência e a tecnologia não passam de meros ritos para tentar
burlar o espírito humano a fim de que possa viver olvidando essa
tragédia cruel. Todos acabamos descansando na caveira e nos ossos.
domingo, 20 de dezembro de 2009
BIOGRAFIA DE SHAKESPEARE
Houve um poeta na Inglaterra - Shakespeare, Shakespeare poeta de Hamlet /
( ouve que ele é excelso poeta ) /
que viveu no contexto do mundo social da rainha Elisabeth I /
- a rainha Elisabeth I da Inglaterra que mudou a história inglesa para melhor /
tirou à história os cavalos de força sobre os quais a inglaterra precisava cavalgar /
antes do motor a vapor que fez a revolução em escala industrial vital no mundo atual /
e do motor Otto de explosão interna também da camada de ozônio /
- motor Otto corpos de carros à frente na corrida contra o Greenpeace /
- o Greenpeace e a vida que se vai talhada na fumaça do cigarro motor /
No diz-que-diz da fofoca diz a anedota que Shakespeare foi tudo na vida-Hamlet /
inclusive ladrão de cavalos e cavalariço /
( o que deveria ficar fora desta biografia poética e se restringir ao anedotário ) /
Todavia não roubou os cavalos de força que impulsionaram o motor a vapor /
e a grande Revolução à inglesa /
O que Shakespeare roubou mesmo foram histórias /
inclusive a história de Romeu e Julieta /
Macbeth, Rei Lear, o Mercador de Veneza dentre outras /
- Shakespeare eram mesmo um bom ladrão de histórias : /
o bom ladrão Shakespeare - de histórias inventadas no real e no imaginário /
( toda história tem partes no imaginário e no real /
fato que não caracteriza somente lendas e mitos /
os quais são os ancestrais meméticos e genéticos da história ) /
Romeu e Julieta é a história do próprio Shakespeare : /
dos Shakespeares em Shakespeare : pais, filhas, irmãos, esposa
cidade natal e mortal de Shakespeare, bardo do Avon : Stratford-upon-Avon /
- de Shakespeare em seu interior : ensimesmado, em si bemol - ensimesmado /
Outrossim é a história dos Shakespeares cantada em Rei Lear /
que é o alter ego tolo do bardo inglês e suas filhas /
Também do Shakespeare homem de sua época /
o Shakespeare que rouba histórias inventadas /
copiando-a com sua "letra" poética /
tal qual um monge copista medieval o fazia com letra elaborada /
( o monge copista medieval ganhava o céu em troca das suas cópias ) /
O Bardo do Avon, monge copista não medieval, mas sibarita, sibarita, /
tirava as cópias de um limbo de letras empobrecidas pelo câmbio vigente /
e as alocava na bolsa de valor de sua letra de câmbio poética /
- Bolsa de Valor com as letras de ouro de Shakespeare /
cujo brilho dava lastro de ouro pesado na âncora da história contextualizada /
graças ao câmbio de valor do poeta que escrevia com arte de esgrima /
- a esgrima escrita e pensada na letra poética de Shakespeare /
poeta que fez o que fizera os escribas bíblicos /
recontando e cantado velhas histórias arquetípicas /
que passaram pelos rios do paganismo ao cristianismo /
através dos memes lidos nos livros ou nos genes que leram em algum antepassado /
ou das histórias orais que vieram de oitiva pela tradição /
desde tempos eternos recuados para trás das sombras do tempo /
que foi tempo em Jesus /
- em Jesus que refez todo o tempo /
no amálgama de passado e futuro antes e depois de Cristo /
( Cristo foi o Jesus que fugiu do homem para Deus ) /
Através da história de Romeu e Julieta canta Shakespeare sua história /
- a história de sua vida de poeta que roubava histórias /
e trazia o caudal de rio que essa história narrava em cada autor /
( que a história de Romeu e Julieta passou por muitas bocas /
e posteriormente por muitas penas de autores /
sendo já encontrada em verso nas Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
que cantou as personagens do amor em Verona com outros nomes /
O poeta Ovídio que por certo leu a história de amor que narrou /
viajando esparsa nos mitos nos mitos gregos /
e também a ouviu em lendas orais ao estilo do mito grego corrente em rio latino /
na fonte de águas do leite do latim : que o latim é uma língua de leite /
- o latim é uma língua que recebeu em seu caudal um rio de leite da língua grega /
leite do latim que alimentou toda a civilização até nossos tempos /
nutrindo inclusive todo o pensamento do cristianismo com as ordens mendicantes /
oriundas no pensamento e práxis de Diógenes de Sinope /
- Diógenes de Sinope, o príncipe dos mendigos, seu padroeiro e idealizador /
( Diógenes de Sinope foi o filósofo dos mendigos /
de Diógenes se originou a filosofia para mendigos /
renascida no cristianismo primitivo e na Idade Média dos monges copistas /
e da Idade Média dos monges copistas para o capitalismo à velocidade de Gutemberg ) /
A história do amor antepassado de Romeu e Julieta /
veio viajando no rio que trouxe As Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
- viajando dos mitos gregos até As Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
que narra inconscientemente a sexualidade entre Vênus e Marte /
de cujo conúbio nasce o deus Amor /
que brinca de flechar os pobres mortais Sócrates com a paixão /
- o pobre mortal Sócrates do silogismo de Aristóletes que o mata silogisticamente /
Em Romeu e Julieta passa as histórias por esse rio caudaloso da mixórdia /
em barcos de vários contextos e autores de todos os tempos e civilizações /
por um caudal oceânico de cultura em rio de tintas do pergaminho ao papiro /
- do papiro ao papel que acolhe este rio que passa em enchente pelo seu álveo /
da pena de Ovídio à de Shakespeare /
que cantaram ou pranteiam em prosa e verso ou música /
a história dos amantes desditosos /
que o são todos os amantes de fato /
que o amor verdadeiro não cabe neste mundo /
ficando do outro lado preso a ferros na idéia de Platão /
pois é impossível ao engenheiro-poeta que seja fazer a transposição do amor /
pela barreira imaterial inquebrável postada como soldado entre a idéia e a realidade /
( Por isso a história de amor ser apenas um sucesso em fatos /
ou atos do teatro e da mente dos poetas copistas /
que se arriscam atravessando contextos em torrentes de mixórdia /
em pororoca e piracema a um tempo /
pois cada história em cada escritor e em cada ouvinte da tradição /
conta, narra sempre a história que se ouviu ou leu antes /
- narra a história num tempo em que o autor mal conhece o contexto /
exceto de forma intelectiva ou imaginativa /
( a história também é a história pessoal do autor /
é uma maneira pessoal de dizer e impor seu eu sobre o território em signos /
e a se entrelaçar com a história do ouvinte ou leitor /
e com os tempos e bocas que fazem o esgar da tradição /
ao narrar o inenarrável em velhos mitos e lendas ao esgar de bruxa de cada boca /
- mitos e lendas que são os instrumentos /
os quais possibilitam essas narrativas e esses cantos /
levados do barco de Ovídio ao veleiro de Shakespeare /
porque a história não é de um solitário anacoreta /
mas de uma coletividade que a construi pelo tempo fora /
boca a boca verso a verso pelo caminho do cachimbo do tempo que a fumou /
( De preferência não fume ou pare de fumar antes que o ar deixe de voar em seus pulmões ) /
Daí que Shakespeare nem os autores bíblicos roubaram nada a ninguém /
mas antes contribuíram para montar a história /
que sempre é uma história de outra história que vai para trás e para frente /
desbravando passado e futuro virgens /
- virgens como eram as virgens de Sião do profeta Jeremias sem chorar ) /
Creio que Shakespeare era bissexual e fez de tudo na vida /
- fez de tudo de forma vivida ou imaginada na sua capacidade poética /
na bravura de sua vida em poesia que diálogo nas tragédias /
pois o poeta observa o mundo pelas janelas da psicologia etnografia historiografia /
enfim pelo sim de todas as ciências humanas e desumanas planas em figuras /
ou sem geometria euclidianas que as contenha em plano /
indo então até a geometria de parábolas em Descartes /
cujo fito era analisar as curvas na geometria do espaço real /
ao invés de ficar no espaço ficto e mental de Euclides /
com suas figuras retas sem quaisquer curvas nem no espaço mental /
dentro de um plano do olhar grego para todos os lados e ângulos /
- olhar grego para a arte ciência religião filosofia "planisférica" de Aristóteles /
- de um Aristóteles de final feliz que não há em Shakespeare /
pois para tudo assim virou o olho grego /
- o olho grego que piscou maliciosamente em Shakespeare /
em um poeta Shakespeare que não mais observa hoje senão sob signos /
porque está sob epitáfio que contém sua maldição /
a quem ousar mover seus ossos /
Shakespeare dorme sob signos que podem se levantar em serpente /
quando o leitor soprar o pó dos signos com seus olhos /
que têm o poder de ressuscitar o que Shakespeare deixou de si em signos /
que podem reviver nos olhos do leitor /
Porém a poesia não pousa mais no homem que foi Shakespeare /
mas no poeta que está vivo no verso da vida ao anverso do universo inverso no homem /
um uno no universo no verso imerso antes do anverso uno no universo /
que o uno universo é ao anverso do homem um verso podre e sem sentido imerso ) /
William Shakespeare em suas obras corta o corpo do mundo social /
- o bardo Shakespeare foi um cirurgião-poeta /
um cirurgião com letras palavras e semiologia perfeitas /
Do manejo hábil das frases de Shakespeare /
de Platão e Heráclito de Éfeso /
do Tanakh e do Corão /
é que se criou geneticamente na memória da natureza /
pela engenharia genética em signos que operaram genes /
- foi essa memória em meses e genes construída com signos pela engenharia genética /
que criou o virtuosismo do pianista do violinista do cirurgião... /
e o entendimento da ciência e da filosofia através da poesia /
- a poesia que é o primeiro e maior saber humano /
pois o homem somente atinge a maioridade intelectual e sexual quando sabe à poesia /
e então ganha o poder de construir seu ser e ter a existência em suas mãos /
haja vista a enciclopédia que é a obra de Shakespeare e Dante: Dante no inferno, /
dois dos mais eruditos e sábios poetas que atingiram a maturidade sexual vital /
- poetas e sábios que conheciam todo o seu tempo e tudo o que nele estava /
e certamente sabiam o que não estava senão no vir-a-ser da profecia /
que os profetas chamam de profecia e a ciência de precognição /
Em Shakespeare as letras são afiadas no corte como um bisturi /
ou a obsidiana do povo Maia /
Foi com letras em junção fonética e sintática /
que nasceram frases orações e cantos /
poesias que analisaram e descreveram o mundo natural e social /
com essas secções no corpo do pensamento /
que se criou a ciência-pelo-logos ou ciência no logos grego /
- não a ciência como tecnologia chinesa do fazer /
mas a ciência do pensar grego pelos pré-socráticos no discurso /
que foram os pensadores físicos /
- os físicos, os cientistas da época /
os Anaxágoras Pitágoras Empédocles Tales de Mileto /
e Parmênides na escola dos eleatas /
pioneiro da ontologia ou ciência do ser através do discurso ou "logos" /
- que ciência somente vem pelo discurso e não pelo empirismo /
Shakespeare colocou em todas as letras que escreveu /
em cada frase e oração que cantou em sonetos na boca de Romeu /
- em tudo que escreveu Shakespeare pôs o peso de seu cérebro /
- cérebro pesado em cada letra, frase, oração do poeta Shakespeare /
- Shakespeare : o Bardo do Avon /
REFERÊNCIAS : REI LEAR : TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE - REI LEAR DE TRAGÉDIA SHAKESPEARE, BIOGRAFIA DE SHAKESPEARE, BIOGRAFIA , OUVE QUE É EXCELSO POETA - O POETA SHAKESPEARE / VIVEU SHAKESPEARE NO CONTEXTO DO MUNDO DA RAINHA ELISABETH I / CONTEXTO DA INGLATERRA NA HISTÓRIA - DA INGLATERRA QUE TIROU OS CAVALOS DE FORÇA / ANTES DO MOTOR A VAPOR QUE FEZ A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL VITAL AO MORTOR OTTO / AO MOTOR OTTO DE COMBUSTÃO INTERNA / MOTOR OTTO CORPOS-CAVALOS À FRENTE - CORPOS-CAVALOS À FRENTE NA CORRIDA CONTRA O GREEANPEACE / NA CORRIDA A PERDER DO GREENPEACE / CONTRA A COMBUSTÃO INTERNA DA CAMADA DE OZÔNIO / OH! A PRECIOSA CAMADA DE OZÔNIO - CAMADA DA VIDA PRECIOSA GEMA / A VIDA VAI SE TALHANDO NA FUMAÇA DO CIGARRO MOTOR / NO CIGARRO-MOTOR A VIDA TALHADA SEM RODIN - TALHADA ESTÁTUA NA AUSÊNCIA DE RODIN - NO DIZ-QUE-DIZ DA FOFOCA / QUE DIZ A ANEDOTA / E DES-DIZ A FOFOCA NA ANEDOTA / NA BIOGRAFIA POÉTICA DE SHAKESPEARE / UMA BIOGRAFIA POÉTICA NO CHÃO DO ANEDOTÁRIO E FOFOCA / SHAKESPEARE ROUBOU HISTÓRIAS / INCLUSIVE A HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - A HISTÓRIA DO AMOR EM JULIETA E ROMEU / TAMBÉM DE REI LEAR NU NA TEMPESTADE / DO REI NU NA TEMPESTADE : O REI LEAR / QUE É O SÍMBOLO DO HOMEM NU NASCENDO / - REI LEAR É O HOMEM NU NASCENDO / SHAKESPEARE FOI O BOM LADRÃO - O BOM LADRÃO DE HISTÓRIAS ALHEIAS / QUE TODA HISTÓRIA TEM PARTES NO REAL E IMAGINÁRIO / PELO IMAGINÁRIO E REAL VIAJAM HISTÓRIAS / JUNTO A ANEDOTAS /
MITOS E LENDAS SÃO ANCESTRAIS GENÉTICOS E MEMÉTICOS / - ANCESTRAIS GENÉTICOS E MEMÉTICOS DA HISTÓRIA SÃO OS MITOS E LENDAS / ROMEU E JULIETA É A HISTÓRIA DO PRÓPRIO SHAKESPEARE - SHAKESPEARE ESCREVE SUA HISTÓRIA EM ROMEU E JULIETA / - HISTÓRIA DO SHAKESPERE JOVEM E AMANTE / STRATFORD-UPON-AVON - CIDADE NATAL E MORAL DO BARDO SHAKESPEARE : / O BARDO SHAKESPEARE NASCEU E MORREU NA CIDADE DE STRATFORD-UPON-AVON / POR ISSO SHAKESPEARE FOI DENOMINADO O BARDO DO AVON / O BARDO INGLÊS DE AVON - SHAKESPEARE DO REI LEAR - DO REI LEAR EM SUA TEMPESTADE INTERNA / - O REI LEAR NA TEMPESTADE INTERIOR EM UM SHAKESPEARE ANGUSTIADO / POSTO EM LETRA POÉTICA / A LETRA DE CÂMBIO POÉTICA DO BARDO DE AVON / QUE FOI UMA ESPÉCIE DE MONGE COPISTA DA IDADE MÉDIA - MONGE COPISTA DE HISTÓRIAS ROUBADAS /- HISTÓRIAS TIRADAS AO LIMBO DE LETRAS POBRES / QUE TEVE CÂMBIO NAS LETRAS DE OURO DO BARDO DE AVON / OURO PESADO NA ÂNCORA DA HISTÓRIA - ÂNCORA DE OURO EM LETRAS DE SHAKESPEARE / BARDO DE AVON / MONGE COPISTA NÃO MEDIEVAL / SIBARITA MONGE COPISTA NADA MEDIEVAL / MAS POETA SIBARITA / QUE SABIA À ESGRIMA / SABIA A ARTE DA ESGRIMA NAS LETRAS / ARTE EM FRASES E ORAÇÕES / - ORAÇÕES DE SIBARITA - UM SIBARITA EM ARTE / NARRANDO HISTÓRIAS PASSADAS PELOS MESMES E GENES / - MEMES NOS LIVROS E GENES NO CORPO DOS ANTEPASSADOS - HISTÓRIAS ORAIS QUE VIERAM DE OITIVA PELA TRADIÇÃO / - QUE A TRADIÇÃO VEM EM HISTÓRIAS ORAIS / QUE VEM DE OITIVA / CRISTO FOI O JESUS QUE FUGIU DO HOMEM - O ÚNICO JESUS QUE FUGIU DO HOMEM QUE ERA PARA O DEUS QUE NÃO ERA FOI CRISTO /
UM CRISTO QUE NÃO É MAIS JESUS NEM HOMEM / MAS DEUS DE DEUS NO CRISTIANISMO / O POETA OVÍDIO CANTOU UMA HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA NAS METAMORFOSES DO AMOR - NAS METAMORFOSES DO AMOR OVÍDIO NARROU A HISTÓRIA DE SEU ROMEU E JULIETA ORIGINÁRIOS - ORIGINÁRIOS DE VÊNUS E MARTE / DE CUJO PARTO NASCEU O NATAL - O NATAL DO DEUS CRISTÃO - QUE É O AMOR EM SI : AMOR, O DEUS PAGÃO, É O DEUS CRISTÃO / HISTÓRIA DO MITO PAGÃO VIAJANDO NOS MITOS E LENDAS - MITOS E LENDAS VIAJANDO NA PENA DOS AUTORES ANTIGOS - POR MUITAS PENAS DE AUTORES ANTIGOS / ATÉ QUE O AMOR DE VÊNUS E MARTE DE SHAKESPEARE / CONTEXTUALIZASSE VÊNUS E MARTE NO AMOR DE ROMEU E JULIETA / QUE FOI O AMOR QUE ELE LEU COM A DIVINDADE PAGÃ DE VÊNUS E MARTE - APAGADO O AMOR DO PECADO COM UMA TRAGÉDIA INCONSCIENTE DESDE OS TEMPOS DE FREUD - FREUD TAMBÉM FOI UM INCONSCIENTE DO SEU INCONSCIENTE CHEIO DE MITOS E LENDAS GREGAS / QUE O ROMANOS DISSEMINARAM / ESTILO DO MITO GREGO CORRENTE EM LÍNGUA LATINA - MITO GREGO CORRENTE EM ESTILO DE LÍNGUA DE LEITE DO LATIM - A LÍNGUA DO LEITE DA CULTURA É O LATIM / LÍNGUA DE LEITE QUE NUTRIU DA CULTURA OCIDENTAL / COM O LEITE DE LOBA DO LATIM - O LATIM É UMA LÍNGUA NO LEITE DA LOBA MITOLÓGICA - A CULTURA OCIDENTAL VEM NA LÍNGUA DE LEITE MITOLÓGICA DO LATIM / OUTRO RIO DE LEITE FOI A LÍNGUA GREGA - O SEIO DA LÍNGUA DE ONDE EMANOU O LEITE À GREGA / O LATIM RECEBEU O CAUDAL DE LEITE DA LÍNGUA GREGA / LEITE DERRAMADO NO LATIM / DIÓGENES DE SINOPE, O PRÍNCIPE DOS MENDIGOS / - DIÓGENES DE SINOPE, PRÍNCIPE DOS MENDIGOS
E PADROEIRO DAS ORDENS MENDICANTES MEDIEVAIS / - DIÓGENES DE SINOPE : PADROEIRO DAS ORDENS MENDICANTES MEDIEVAIS / DIÓGENES NAS ORDENS MENDICANTES DA IDADE MÉDIA - A FILOSOFIA CÍNICA DE DIÓGENES NA IDADE MÉDIA / DIÓGENES DE SINOPE NO ESPÍRITO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS - O FILÓSOFO DIÓGENES DE SINOPE NO ESPÍRITO DE ASSIS EM SÃO FRANCISCO /
NA IDADE MÉDIA DOS MONGES COPISTAS - OS MONGES COPISTAS QUE FORAM PARA O CÉU DA IDADE MÉDIA / MONGES COPISTAS DA IDADE MÉDIA SEM A VELOCIDADE DE GUTEMBERG - GUTEMBERG NA VELOCIDADE DO CAPITALISMO / QUANDO O CAPITALISMO CAPITULA LIVROS / O SILOGISMO DE ARISTÓTELES MATA O POBRE MORTAL DO SÓCRATES - ARISTÓTELES ASSASSINOU SÓCRATES POR SILOGISMO / COM O PUNHAL AFIADO DO SILOGISMO / RIO CAUDALOSO DA MIXÓRDIA / Ó RIO CAUDALOSO DA MIXÓRDIA / CAUDAL OCEÂNICO / - DE UM CAUDAL OCEÂNICO / RIO DE TINTAS DO PERGAMINHO - RIO DE TINTAS DO PERGAMINHO AO PAPIRO / DO PAPIRO AO PAPEL / - AO PAPEL QUE ACOLHE ESTE RIO DE TINTAS E PENAS / DA PENA DE OVÍDIO À PENA DE SHAKESPEARE / DE PENA EM PENA VEIO A HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - DE JULIETA E ROMEU PARA FEMINISTAS /
ROMEU E JULIETA É A TRAGÉDIA DOS AMANTES DESDITOSOS / - TRAGÉDIA DE TODOS AMANTES / POIS SÃO TODOS AMANTES DESDITOSOS / QUE O AMOR NÃO CABE NESTE MUNDO - O AMOR NÃO É DEUS NO MUNDO DOS FATOS / SÓ É DEUS NO IDEAL / ROMEU E JULIETA É A TRAGÉDIA DO AMOR / - DO AMOR QUE NÃO EXISTE FORA DO IDEAL / QUE FICA PRESO FERROS NA IDÉIA DE PLATÃO - O AMOR PRESO A FERROS NA IDÉIA DE PLATÃO / POIS É IMPOSSÍVEL AO ENGENHEIRO-POETA A TRANSPOSIÇÃO DO AMOR - A TRANSPOSIÇÃO DO AMOR DO MUNDO IDEAL PARA O REAL / - QUE O AMOR É IDEAL / ATO DA IDÉIA E NÃO FATO : O AMOR É ATO E NÃO FATO / ATRAVESSANDO CONTEXTOS E TORRENTES DE MIXÓRDIA - O AMOR QUE NÃO EXISTE SENÃO EM IDÉIA - IDÉIA DO POETA-ENGENHEIRO / DO ENGENHEIRO EM POESIA / SOBRE O TERRITÓRIO DE SIGNOS - SIGNOS EM TERRITÓRIO / MITOS E LENDAS SÃO OS INSTRUMENTOS - INSTRUMENTOS DE NARRATIVAS / QUE VÃO DO BARCO DE OVÍDIO AO VELEIRO DE SHAKESPEARE - DE SHAKESPEARE NO VELEIRO AO BARCO DE OVÍDIO TODO FEITO DE PENA E PAPEL EM SIGNOS, POIS SIGNOS SÃO A ALMA DO POETA /
AS VIRGENS DE SIÃO - AS VIRGENS DE SIÃO DO PROFETA JEREMIAS SEM CHORAR - NAS LAMENTAÇÕES DO PROFETA JEREMIAS / CREIO QUE SHAKESPEARE ERA BISSEXUAL / SE NÃO ERA SHAKESPEARE UM BISSEXUAL HOMOSSEXUAL NÃO ERA / NA BRAVURA DE SUA VIDA / SHAKESPEARE ERA UM HOMEM LIVRE / EMBORA A BRAVURA DE SUA VIDA NÃO PUDESSE SER EXTERNADA / SENÃO PELAS JANELAS DA PSICOLOGIA - PSICOLOGIA E ETNOGRAFIA E TODAS AS CIÊNCIAS HUMANAS /
-AS CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS EXATAMENTE DESUMANAS CIÊNCIAS : TRAGÉDIAS - VERDADEIRAS TRAGÉDIAS DE SHAKESPEARE NA HISTORIOGRAFIA - NA RICA HISTORIOGRAFIA DE SHAKESPEARE / NA GEOMETRIA EM PARÁBOLAS DE DESCARTES QUE NÃO QUERIA CONTAR EM PARÁBOLAS, MAS ESTUDUAR AS CURVAS - CIÊNCIA EM CURVAS NO ESPAÇO EM PARÁBOLAS / QUE DEPOIS VIU EINSTEIN - EINSTEIN QUE LEU EM DESCARTES E SUAS PARÁBOLAS A TEORIA DA RELATIVIDADE - A TEORIA DA RELATIVIDADE EM CURVAS PARABÓLICAS DE DESCARTES / QUE DESFIGUROU AS FIGURAS PLANAS DE EUCLIDES COM SUA GEOMETRIA ANALÍTICA - QUE ANALISOU MATEMATICAMENTE EUCLIDES E SUAS FIGURAS PLANAS / a TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE NÃO TEM O FINAL FELIZ DE ARISTÓTELES - SHAKESPEARE ESCREVIA TRAGÉDIAS CONTRA O FINAL FELIZ DE ARISTÓTELES / O GREGO QUE LHE FALOU POR MONTAIGNE / - O PENSADOR EM FRANCÊS QUE FOI MONTAIGNE / MESTRE DE NIETZSCHE / - NIETZSCHE QUE ESPERAVA O SUPER-HOMEM COMO UM JUDEU AO MESSIAS - O SUPER-HOMEM FOI O MESSIAS DE NIETZSCHE / QUE ERA JUDEU / VIROU O OLHO GREGO - O OLHO GREGO EM SHAKESPEARE / O POETA DORME EM SIGNOS / - EM SIGNOS QUE PODEM SE LEVANTAR QUAL SERPENTE / - SERPENTE QUE DORME EM SIGNOS É O POETA - A ESCRITA DO POETA QUE O LEITOR ACORDA / QUE O LEITO PÕE EM VIDA / QUE RESSUSCITA NOS OLHOS DO LEITOR POIS O LEITOR RESSUSCITA POETAS EM VERSOS / E OS PÕE EM PÉ / FORA DO PÓ DE ANJO DA MORTE - LONGE DO PÓ DO ANJO DA MORTE / EM PÉ NO UNO UNIVERSO NO VERSO INVERSO ANTES DO ANVERSO - IMERSO ANTES DO ANVERSO NO VERSO DO UNIVERSO IMERSO NO HOMEM / - O HOMEM : VERSO PODRE PODRE UNIVERSO / CONTA DO CORPO DO MUNDO SOCIAL - SHAKESPEARE SE DÁ CONTA DO CORPO SOCIAL / POIS O BARDO SHAKESPEARE DE AVON FOI UM CIRURGIÃO-POETA : O BARDO DE AVON E CIRURGIÃO-POETA SHAKESPEARE / NO MANEJO HÁBIL DE FRASES E ORAÇÕES /
SHAKESPEARE CORTA A SOCIEDADE EM SEMIOLOGIA FRASAL - PÕE A TESE DA SOCIEDADE EM CORTE NA SEMIOLOGIA FRASAL / PELA ENGENHARIA GENÉTICA EM SIGNOS QUE OPERAM GENES : PURA ENGENHARIA GENÉTICA EM MUTAÇÃO DE GENES COM CORTE DE FRASES DA MEMÓRIA DA NATUREZA - A MEMÓRIA EM GENES DA NATUREZA / QUE PENSA NA REGRA NEGRA E PENAS NA REGRA NEGRA DA NOITE JAMAIS EM REGRA GREGA / A NATUREZA NUNCA PENSA A REGRA GREGA DA FILOSOFIA QUE, ALÉM DA NATUREZA, NÃO É PENSADA POR OUTROS POVOS DE PENSATA A PENSATA : SENSATA E INSENSATA PENSATA PENSADA EM NATUREZA DO PENSAR NATURAL / QUE MEMES E GENES PENSAM DIFERENTE / COMO PENSATA E PENSADA NOS MEMES E GENES PENSAM; PORQUANTO NOS MEMES PENSA O HOMEM QUE SE DEBRUÇA EM SIGNOS : O HOMEM QUE SE DEBRUÇA EM SIGNOS PENSA NOS MEMES MAIS QUE NOS GENES, ONDE PENSA A NATUREZA / QUE TAMBÉM PENSA NO TANAKH E CORÃO - A NATUREZA DIZ O QUE PENSA NO TANAKH E CORÃO E NA POESIA, POIS A POESIA É O MAIOR SABER HUMANO : A POESIA É A NATUREZA DO SABER NO HOMEM / E TODO SABER NO HOMEM E DA NATUREZA DA POESIA QUE SE VINCULA AO SABER DA NATUREZA E NELE VINCULA O HOMEM PELO SISTEMA NERVOSO VEGETATIVO - SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO O VEGETATIVO, SIMPÁTICO À VIDA QUE É PARTE POESIA NO HOMEM ( E SOMENTE NO HOMEM HÁ POESIA ) / E HÁ PROFECIA OU PRECOGNIÇÃO NO POETA - O POETA EXERCE O PODER DA PROFECIA E PRECOGNIÇÃO / EM SHAKESPEARE AS LETRA SÃO AFIADAS COMO O BISTURI DO CIRURGIÃO - O BISTURI DO CIRURGIÃO E A OBSIDIANA - A OBSIANA - VIDRO VUCÂNICO
E A OBSEDIANANO ESCULPIDA EM FORMA DE PORCO PELO POVO MAIA, POIS A OBSIDIANA DO POVO MAIA CORTA COMO O BISTURI / A FILOSOFIA GREGA É A CIÊNCIA PELO LOGOS OU CIÊNCIA-PELO-LOGOS OU CIÊNCIA EM LOGOS GREGO / LOGOS NA CIÊNCIA FÍSICA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS : OS PRÉ-SOCRÁTICOS FORMA
OS FÍSICOS PIONEIROS NO DISCURSO, NO DISCURSO QUE SE VIRA EM METAFÍSICA
NA FILOSOFA DE ARISTÓTELES E PLATÃO DAS IDÉIAS ( OU NAS IDÉIA DE PLATÃO QUE NÃO ERA GORDÃO ?) / ENQUANTO OS ELEATAS JÁ ESTAVAM COM PARMÊNIDES ESCRUTINANDO O SER EM PARMÊNIDES PARA ALÉM DE TODA FÍSICA E AO ENCONTRO DO VIR-A-SER DE HERÁCLITO QUE FOI ARISTÓTELES NO FINAL FELIZ DE ARIST´TELES E INFELIZ DE HERÁCLITO / - HERÁCLITO ERA INFELIZ / NA CIÊNCIA QUE SOMENTE VEM PELO DISCURSO E NÃO PELO EMPIRISMO : CIÊNCIA NÃO É EMPIRISMO, MAS DISCURSO INCLUSIVE SOBRE EMPIRISMO : EPISTEMOLOGIA, Ó QUE EPISTEMOLOGIA!, SHAKESPEARE, POETAS ÁS ALTURAS DO CÉU / SHAKESPEARE CANTA SONETOS NA BOC ADE ROMEU : PÕE SONETOS SHAKESPERIANOS NA BOCA ADE ROMEU - SONETOS MUI SHAKESPEARIANOS /
SHAKESPEARE É O POETA QUE PÕE O PESO DE SEU CÉREBRO, SHAKESPEARE IMPRIMI O PESO DE SUE CÉREBRO EM CADA LETRA, FRASE E ORAÇÃO : TODA ORAÇÃO ESTÁ ESCRITO COM TODO O PESO DO CÉREBRO DE SHAKESPEARE, O BARDO DO AVON, O BARDO DE CÉREBRO PESADO QUE ESMAGA FRASE, LETRAS E ORAÇÕES, SOB O PESO DO CÉREBRO, Ó ILUSTRE BARDO DE AVON, SHAKESPEARE, POETA PARA OS DEUSES OLÍMPICOS DA TERRA.MONGES COPISTAS - MONGES COPISTAS - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE EM HAMLET : O VELHO PENSADOR NO CORPO DO JOVEM INFELIZ E SUICIDA HAMLET, PRÍNCIPE DA DINAMARCA - HAMLET : PRÍNCIPE DA DINAMARCA, TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE, OBRA-PRIMA DE SHAKESPEARE

OFÉLIA EM SUA DOR EM HAMLET - OFÉLIA DE HAMLET

MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET - A MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET

SHAKESPEARE É O POETA QUE PÕE O PESO DE SEU CÉREBRO, SHAKESPEARE IMPRIMI O PESO DE SUE CÉREBRO EM CADA LETRA, FRASE E ORAÇÃO : TODA ORAÇÃO ESTÁ ESCRITO COM TODO O PESO DO CÉREBRO DE SHAKESPEARE, O BARDO DO AVON, O BARDO DE CÉREBRO PESADO QUE ESMAGA FRASE, LETRAS E ORAÇÕES, SOB O PESO DO CÉREBRO, Ó ILUSTRE BARDO DE AVON, SHAKESPEARE, POETA PARA OS DEUSES OLÍMPICOS DA TERRA.MONGES COPISTAS - MONGES COPISTAS - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE EM HAMLET : O VELHO PENSADOR NO CORPO DO JOVEM INFELIZ E SUICIDA HAMLET, PRÍNCIPE DA DINAMARCA - HAMLET : PRÍNCIPE DA DINAMARCA, TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE, OBRA-PRIMA DE SHAKESPEARE
OFÉLIA EM SUA DOR EM HAMLET - OFÉLIA DE HAMLET
MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET - A MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET
FRONTISPÍCIO DA EDIÇÃO DE 1605 DE HAMLET - FRONTISPÍCIO DA EDIÇÃO DE HAMLET DE 1605.
MONTAIGNE - O PENSADOR FRANCÊS MONTAIGNE EM HAMLET
SARAH BERNHARDT COMO HAMLET - SARAH BERNAHARTD COMO HAMLET
MACBETH E BANQUO COM AS BRUXAS DE FÜSSLI - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
FACSIMILE DA PRIMEIRA PÁGINA DE MACBETH DE 1923 - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
CENA DE LADY MACBETH SONÂMBULA EM FÜSSLI - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
OTHELLO E DESDEMONA DE SHAKESPEARE - OTHELLO E DESDEMONA DE SHAKESPEARE
SONETO 17 DE SHAKESPEARE :
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
CAPA DA EDIÇÃO DE 1609 DOS SONETOS DE SHAKESPEARE - CAPA DA EDIÇÃO DE 1609 DOS SONETOS DE SHAKESPEARE
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
MARIPOSA AMARELA
A borboleta amarela alela voa voeja volátil volútil volúvel /
pelo alelo elo lelo amarelo que não é ela bela lela alela amarela mariposa /
que adeja e pousa em ser e cousa /
passa para lá e para cá movida por Alá em lá bemol se há : no Si bemol de Alá há /
curvando meus olhos no espaço curvo /
e tempo turvo no turvo que turva a curva do ser turvo /
de nariz e cariz ao bico de corvo curvo turvo /
curva turva de turvo corvo novo no ovo /
corvo em ovo novo uva a uva à curva turva que curva a uva / A borboleta amarela voante volúvel voluteia pela teia alheia ameia do castelo belo amarelo /
voluptuosa volúvel volútil volátil e bela amarela borboleta amarela alela ela /
- ela que por nada nada a peixe e fada na água sem hidrogênio casado com oxigênio /
( sem casamento químico alquímico cínico mímico ritmíco anímico )
navega nada com nada na nadadeira de peixe no oxigênio divorciado do hidrogênio /
( casal homossexual natural passional floral amoral moral casal não imoral nem imortal /
pendurado na cor da amora que mora no juro de amor de mora /
que não demora mora na flora ora Flora já em hora grega gregária de outrora ) /
trafega volátil volúvel voluteando pelos rolos de fumo no gás atmosferérico nada feérico /
- gás que sobe solitário pela escada espiral gasosa fervorosa em termodinâmica chaleira /
sozinho no caminho sem o líquido pluvioso fluvioso chuvoso de mar a mar soberano /
-a água que abre o Êxodo com anfíbios insetos térmitas formigas pelo deserto /
onde a voz que clama ainda no deserto é do profeta João Batista batizando a vida /
e o passo com o povo de Moisés - o legislador dos insetos e anfíbios /
que traz a vida em anfíbios e inseto e homens desde o mar Morto /
e o mar Vermelho velho escaravelho espelho do que é mais velho que o Evangelho /
e outrossim pelos cerrados savanas florestas matas cidades vilas aldeias veias cavas /
que cavam o mar vermelho de sangue e vinho tinto na hemoglobina eritrócitos /
moveu meu olhos ontem antes de ontem tresontante /
move agora e poderá mover amanhã ao dilúculo ou na barra da alva /
indo até o lusco-fusco e a noite sem estrelas navegantes na tempestade /
ou na noite no nó do pó da avó em avos matemáticos na luz das cefeidas /
vela padrão que vela pela vela acesa da alma /
se houver alva no céu para os meus olhos acesos na alba que alva o dia /
que não estarão vidrados enquanto existir uma borboleta amarela passando /
única que me acorda do sonho confortável em berço de ouro da pré-morte /
que é o sono com a fronha do sonho /
para continuar carregando a cruz romana aos ombros pelas vias dolorosas quotidianas /
- a cruz que é o símbolo do peso da existência de um homem /
a qual carregarei na vida longânima magnânima sobre a lâmina da água doce ou salgada /
E quão mais pesado o cérebro mais gravidade se carrega na cruz! /
- peso que vai nas letras frases e pensamentos que saem da boca e da pena do homem /
( da pena que escreve e da pena que cumpre /
e ainda da pena leve e lave lacelove "love" da ave-do-paraíso /
a qual não quero que me leve pluma ultra-leve ao paraíso /
mas me deixe aqui quedo pisando em terra firme sobre o inferno /
plantado com os pés em pé sobre a terra entre o ceú e o inferno /
- que o inferno fica mais abaixo dos subterrâneos de Dostoiésviski /
ó borboleta amarela lela alela aquarela bela borboleta!!! ) /
Que a teoria do Caos te impulsione /
borboleta amarela mariposa : lepidóptero /
porque o teu bater de asas abala o caos /
move o planeta e varre o deus Caos primordial da mitologia /
para o limbo onde a ciência dorme inconsciente da existência de Freud /
- Freud que também teve seu inconsciente longe de alethéia /
SINFONIA EM AMARELO DE IVAM GRIBEL - SINFONIA EM AMARELO DE IVAN GRIBEL
BORBOLETA AMARELA DE DILMA DAMASCENO, BORBOLETA AMARELA DE DILMA DAMASCENO - BLOG : JANELADAMINHARUA.BLOGSPOT.COM - JANELADAMINHARUA.BLOGSPOT.COM - janeladaminharua.blogspot.com - janeladaminharua.blogspot.com - VODKA SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, SMIRNOFF
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BORBOLETA AMARELA VOANTE / BORBOLETA VOANTE QUE VOLUTEIA VOLUTEIA /
PELA TEIA ALHEIA AMEIA DO CASTELO / CASTELO AMARELO AMARELO COM ALHEIA AMEIA NA TEIA TELHA TELHA / POR NADA NADA A PEIXE / PEIXE NADA POR NADA /
A FADA NA ÁGUA / ÁGUA COM FADA QUE NADA! / NADA NA ÁGUA SEM HIDROGÊNIO SEM CASAMENTO DE HIDROGÊNIO COM OXIGÊNIO / MÍMICO RITMÍTICO ANÍMICO OXIGÊNIO / ANÍMICO CASAMENTO DE ALMA EM ALMA / CASAMENTO ALQUÍMICO / QUÍMICO E ALQUMÍCO CASAMENTO DO MÍSTICO COM A QUÍMICA / NADA NA NADADEIRA DE PEIXE / NA NADEIRA DO PEIXE E BOI / OXIGÊNIO DIVORCIADO SEM SEXO DO HIDROGÊNIO / DIVORCIADOS SEM FILHO NA ÁGUA : OXIGÊNIO DIVORCIADO DO HIDROGÊNIO / PENDURADO NA COR DA AMORA / EM FLORAL DE AMORA / MORAL QUE MORA NO JURO DE MORA / ENAMORA O JURO DE MORA, ENAMORA / JURO DE AMOR DE MORA / AMOR PAGO COM JURO DE MORA / AMOR BEM PAGO COM AFAGO / HORA GREGA GREGÁRIA DE OUTRORA / OUTRORA GREGA HORA GREGÁRIA / VOLUTEANDO PELO ROLOS DE FUMO / ROLOS DE FUMO NO GÁS / - GÁS ATMOSFÉRICO NÃO FEÉRICO / GÁS QUE SOBE SOLITÁRIO / GÁS SOLITÁRIO PELA ESCADA EM ESPIRAL / ESPIRAL ESCADA DE GÁS TERMODINÂMICA CHALEIRA / OU CHALEIRA TERMODINÂMICA / A ÁGUA QUE ABRE O ÊXODO / ABRE AS ASAS DO ÊXODO / O PROFETA JOÃO BATISTA BATIZANDO A VIDA / E A ÁGUA BATIZANDO O PROFETA JOÃO BATISTA COM ÁGUA / PORQUE HOMEM É CORPO DE ÁGUA / CORPO MAIS DE ÁGUA QUE TERRA / O HOMEM É MAIS MOISÉS QUE ADÃO / QUE ADÃO É TERRA E MOISÉS ÁGUA / MOISÉS É ANFÍBIO / O GRANDE ANFÍBIO / A VIDA EM ANFÍBIOS / NO MAR VERMELHO / NO VELHO ESCARAVELHO DO MAR VERMELHO / ESCARAVELHO MAIS VELHO QUE O EVANGELHO / O EVANGELHO CANÔNICO E O APÓCRIFO NA AREIA / QUE GUARDA O EVANGELHO APÓCRIFO E CANÔNICO / EM BIBLIOTECA DE AREIA / ESCRITOS APÓCRIFOS E CANÔNICOS NA AREIA / VEIAS CAVAS CAVAM O MAR VERMELHO / VIAS CAVAS E MAR VERMELHO / NAS HEMOGLOBINAS E ERITRÓCIDOS / NO SANGUE VERMELHO COM COR DE HEMOGLOBINA E ERITRÓCIDOS / PINTADA SNO SANGUE VERMELHO MAR VERMELHO / MOISÉS - LEGISLADOR DE INSETO E ANFÍBIOS / LEGISLADOR MOISÉS DOS INSETOS ANFÍBIOS E HOMENS / NA ÁGUA QUE ABRE O ÊXODO / A ÁGUA DO CORPO DE MOISÉS ABRE O ÊXODO / DESDE O MAR VERMELHO / VINHO TINTO NA HEMOGLOBINA / TINTO VINHO NOS ERITRÓCIDOS E HEMOGLOBINA / A MARIPOSA AMARELA ALELA / ALELA DIANE EM MARIPOSA AMARELA / MOVER AMANHÃ AO DILÚCULO / DO DILÚCULO À ALVA E AO LUSCO-FUSCO / NA ALVA FLOR DE LARANJEIRA / E TOSCO LUSCO-FUSCO / EM AVOS O NÓ DO PÓ DA AVÓ / NO NÓ DO PÓ DA AVÓ EM AVOS / AVOS MATEMÁTICOS / MATEMÁTICOS AVOS DE AVÓ EM PÓ / AVOS MATEMÁTICOS À LUZ DAS CEFEIDAS / NA VELA PADRÃO DAS CEFEIDAS / NA VELA SEM VENTO DAS CEFEIDAS / ALBA QUE ALVA EM MEUS OLHOS ACESOS / A ALVA QUE ALBA - ALVA A ALBA EM MEUS OLHOS ACESOS / ALBA QUE ALVA O DIA /
BERÇO DE OURO DA PRÉ-MORTE EM BERÇO DE OURO VEM A PRÉ-MORTE / ANVERSO DO NATAL / NATAL EM ANVERSO DA PÁGINA DO VERSO / SÍMBOLO DO PESO DA EXISTÊNCIA / A CRUZ É O SÍMBOLO DO PESO DA EXISTÊNCIA / - A CRUZ EM SÍMBOLO PESADO DE EXISTÊNCIA / VELA ACESA DA ALMA / POIS A ALMA É VELA ACESA / LÂMINA DA ÁGUA DOCE / - LÂMINA QUE CORTA A ÁGUA EM DOCE E SALGADA / DE MAR A MAR SALGADA LAMINA QUE CORTA A ÁGUA / PESADO CÉREBRO / NA GRAVIDADE DO CÉREBRO PESADO / DO PENSAMENTO PESADO / PENSAMENTO A PESO DE CÉREBRO : / A PESO DE OURO NO CÉREBRO / DA PENA QUE ESCREVE E DA PENA QUE CUMPRE / - CUMPRE ESCREVER À PENA / PENA LEVE LOVE E LACELOVE DA AVE-DO-PARAÍSO / QUE NÃO VEIO DO PARAÍSO / MAS DA AVE / - AVE-DO-PARAÍSO / TERRA FIRME SOBRE O INFERNO / - SOBRE O INFERNO A TERRA FIRME PISADA A DEDO DE PÉ / O INFERNO FICA MAIS ABAIXO DOS SUBTERRÂNEOS DE DOSTOIEVSKI / DO ESCRITOR RUSSO QUE FOI ABAIXO DOS SUBTERRÂNEOS DO SER UM DOSTOIEVSKI / QUE A TEORIA DO CAOS TE IMPULSIONE / BORBOLETA AMARELA COM O CAOS NAS ASAS / COM O CAOS A BATER ASAS NA MARIPOSA / O DEUS CAOS EM ASAS DE MARIPOSA / QUE NO BATER DAS ASAS ABALA O DEUS CAOS / MOVE O PLANETA / VARRE O DEUS CAOS DO PLANETA / BORBOLETA AMARELA MARIPOSA : LEPIDÓPTERO / ( LEPIDÓPTERO SERIA DE ASAS LEVES?) / O LIMBO ONDE A CIÊNCIA DORME INCONSCIENTE / LIMBO DE CIÊNCIA BÊBADA DE DÓLARES FALSIFICADOS / TAMBÉM FREUD TEVE SEU INCONSCIENTE LONGE DE ALETHEIA / DA ALETHEIA GREGA NADA INCONSCIENTE DOS FILÓSOFOS /
pelo alelo elo lelo amarelo que não é ela bela lela alela amarela mariposa /
que adeja e pousa em ser e cousa /
A amarela borboleta que adeja voluteia volúvel voluptuosa /
passa para lá e para cá movida por Alá em lá bemol se há : no Si bemol de Alá há /
curvando meus olhos no espaço curvo /
e tempo turvo no turvo que turva a curva do ser turvo /
de nariz e cariz ao bico de corvo curvo turvo /
curva turva de turvo corvo novo no ovo /
corvo em ovo novo uva a uva à curva turva que curva a uva / A borboleta amarela voante volúvel voluteia pela teia alheia ameia do castelo belo amarelo /
voluptuosa volúvel volútil volátil e bela amarela borboleta amarela alela ela /
- ela que por nada nada a peixe e fada na água sem hidrogênio casado com oxigênio /
( sem casamento químico alquímico cínico mímico ritmíco anímico )
navega nada com nada na nadadeira de peixe no oxigênio divorciado do hidrogênio /
( casal homossexual natural passional floral amoral moral casal não imoral nem imortal /
pendurado na cor da amora que mora no juro de amor de mora /
que não demora mora na flora ora Flora já em hora grega gregária de outrora ) /
trafega volátil volúvel voluteando pelos rolos de fumo no gás atmosferérico nada feérico /
- gás que sobe solitário pela escada espiral gasosa fervorosa em termodinâmica chaleira /
sozinho no caminho sem o líquido pluvioso fluvioso chuvoso de mar a mar soberano /
-a água que abre o Êxodo com anfíbios insetos térmitas formigas pelo deserto /
onde a voz que clama ainda no deserto é do profeta João Batista batizando a vida /
e o passo com o povo de Moisés - o legislador dos insetos e anfíbios /
que traz a vida em anfíbios e inseto e homens desde o mar Morto /
e o mar Vermelho velho escaravelho espelho do que é mais velho que o Evangelho /
e outrossim pelos cerrados savanas florestas matas cidades vilas aldeias veias cavas /
que cavam o mar vermelho de sangue e vinho tinto na hemoglobina eritrócitos /
A mariposa amarela alela pararela passa pelos meus olhos de um lado a outro /
moveu meu olhos ontem antes de ontem tresontante /
move agora e poderá mover amanhã ao dilúculo ou na barra da alva /
indo até o lusco-fusco e a noite sem estrelas navegantes na tempestade /
ou na noite no nó do pó da avó em avos matemáticos na luz das cefeidas /
vela padrão que vela pela vela acesa da alma /
se houver alva no céu para os meus olhos acesos na alba que alva o dia /
que não estarão vidrados enquanto existir uma borboleta amarela passando /
única que me acorda do sonho confortável em berço de ouro da pré-morte /
que é o sono com a fronha do sonho /
para continuar carregando a cruz romana aos ombros pelas vias dolorosas quotidianas /
- a cruz que é o símbolo do peso da existência de um homem /
a qual carregarei na vida longânima magnânima sobre a lâmina da água doce ou salgada /
E quão mais pesado o cérebro mais gravidade se carrega na cruz! /
- peso que vai nas letras frases e pensamentos que saem da boca e da pena do homem /
( da pena que escreve e da pena que cumpre /
e ainda da pena leve e lave lacelove "love" da ave-do-paraíso /
a qual não quero que me leve pluma ultra-leve ao paraíso /
mas me deixe aqui quedo pisando em terra firme sobre o inferno /
plantado com os pés em pé sobre a terra entre o ceú e o inferno /
- que o inferno fica mais abaixo dos subterrâneos de Dostoiésviski /
ó borboleta amarela lela alela aquarela bela borboleta!!! ) /
Que a teoria do Caos te impulsione /
borboleta amarela mariposa : lepidóptero /
porque o teu bater de asas abala o caos /
move o planeta e varre o deus Caos primordial da mitologia /
para o limbo onde a ciência dorme inconsciente da existência de Freud /
- Freud que também teve seu inconsciente longe de alethéia /
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BORBOLETA AMARELA DE DILMA DAMASCENO, BORBOLETA AMARELA DE DILMA DAMASCENO - BLOG : JANELADAMINHARUA.BLOGSPOT.COM - JANELADAMINHARUA.BLOGSPOT.COM - janeladaminharua.blogspot.com - janeladaminharua.blogspot.com - VODKA SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, SMIRNOFF
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PELA TEIA ALHEIA AMEIA DO CASTELO / CASTELO AMARELO AMARELO COM ALHEIA AMEIA NA TEIA TELHA TELHA / POR NADA NADA A PEIXE / PEIXE NADA POR NADA /
A FADA NA ÁGUA / ÁGUA COM FADA QUE NADA! / NADA NA ÁGUA SEM HIDROGÊNIO SEM CASAMENTO DE HIDROGÊNIO COM OXIGÊNIO / MÍMICO RITMÍTICO ANÍMICO OXIGÊNIO / ANÍMICO CASAMENTO DE ALMA EM ALMA / CASAMENTO ALQUÍMICO / QUÍMICO E ALQUMÍCO CASAMENTO DO MÍSTICO COM A QUÍMICA / NADA NA NADADEIRA DE PEIXE / NA NADEIRA DO PEIXE E BOI / OXIGÊNIO DIVORCIADO SEM SEXO DO HIDROGÊNIO / DIVORCIADOS SEM FILHO NA ÁGUA : OXIGÊNIO DIVORCIADO DO HIDROGÊNIO / PENDURADO NA COR DA AMORA / EM FLORAL DE AMORA / MORAL QUE MORA NO JURO DE MORA / ENAMORA O JURO DE MORA, ENAMORA / JURO DE AMOR DE MORA / AMOR PAGO COM JURO DE MORA / AMOR BEM PAGO COM AFAGO / HORA GREGA GREGÁRIA DE OUTRORA / OUTRORA GREGA HORA GREGÁRIA / VOLUTEANDO PELO ROLOS DE FUMO / ROLOS DE FUMO NO GÁS / - GÁS ATMOSFÉRICO NÃO FEÉRICO / GÁS QUE SOBE SOLITÁRIO / GÁS SOLITÁRIO PELA ESCADA EM ESPIRAL / ESPIRAL ESCADA DE GÁS TERMODINÂMICA CHALEIRA / OU CHALEIRA TERMODINÂMICA / A ÁGUA QUE ABRE O ÊXODO / ABRE AS ASAS DO ÊXODO / O PROFETA JOÃO BATISTA BATIZANDO A VIDA / E A ÁGUA BATIZANDO O PROFETA JOÃO BATISTA COM ÁGUA / PORQUE HOMEM É CORPO DE ÁGUA / CORPO MAIS DE ÁGUA QUE TERRA / O HOMEM É MAIS MOISÉS QUE ADÃO / QUE ADÃO É TERRA E MOISÉS ÁGUA / MOISÉS É ANFÍBIO / O GRANDE ANFÍBIO / A VIDA EM ANFÍBIOS / NO MAR VERMELHO / NO VELHO ESCARAVELHO DO MAR VERMELHO / ESCARAVELHO MAIS VELHO QUE O EVANGELHO / O EVANGELHO CANÔNICO E O APÓCRIFO NA AREIA / QUE GUARDA O EVANGELHO APÓCRIFO E CANÔNICO / EM BIBLIOTECA DE AREIA / ESCRITOS APÓCRIFOS E CANÔNICOS NA AREIA / VEIAS CAVAS CAVAM O MAR VERMELHO / VIAS CAVAS E MAR VERMELHO / NAS HEMOGLOBINAS E ERITRÓCIDOS / NO SANGUE VERMELHO COM COR DE HEMOGLOBINA E ERITRÓCIDOS / PINTADA SNO SANGUE VERMELHO MAR VERMELHO / MOISÉS - LEGISLADOR DE INSETO E ANFÍBIOS / LEGISLADOR MOISÉS DOS INSETOS ANFÍBIOS E HOMENS / NA ÁGUA QUE ABRE O ÊXODO / A ÁGUA DO CORPO DE MOISÉS ABRE O ÊXODO / DESDE O MAR VERMELHO / VINHO TINTO NA HEMOGLOBINA / TINTO VINHO NOS ERITRÓCIDOS E HEMOGLOBINA / A MARIPOSA AMARELA ALELA / ALELA DIANE EM MARIPOSA AMARELA / MOVER AMANHÃ AO DILÚCULO / DO DILÚCULO À ALVA E AO LUSCO-FUSCO / NA ALVA FLOR DE LARANJEIRA / E TOSCO LUSCO-FUSCO / EM AVOS O NÓ DO PÓ DA AVÓ / NO NÓ DO PÓ DA AVÓ EM AVOS / AVOS MATEMÁTICOS / MATEMÁTICOS AVOS DE AVÓ EM PÓ / AVOS MATEMÁTICOS À LUZ DAS CEFEIDAS / NA VELA PADRÃO DAS CEFEIDAS / NA VELA SEM VENTO DAS CEFEIDAS / ALBA QUE ALVA EM MEUS OLHOS ACESOS / A ALVA QUE ALBA - ALVA A ALBA EM MEUS OLHOS ACESOS / ALBA QUE ALVA O DIA /
BERÇO DE OURO DA PRÉ-MORTE EM BERÇO DE OURO VEM A PRÉ-MORTE / ANVERSO DO NATAL / NATAL EM ANVERSO DA PÁGINA DO VERSO / SÍMBOLO DO PESO DA EXISTÊNCIA / A CRUZ É O SÍMBOLO DO PESO DA EXISTÊNCIA / - A CRUZ EM SÍMBOLO PESADO DE EXISTÊNCIA / VELA ACESA DA ALMA / POIS A ALMA É VELA ACESA / LÂMINA DA ÁGUA DOCE / - LÂMINA QUE CORTA A ÁGUA EM DOCE E SALGADA / DE MAR A MAR SALGADA LAMINA QUE CORTA A ÁGUA / PESADO CÉREBRO / NA GRAVIDADE DO CÉREBRO PESADO / DO PENSAMENTO PESADO / PENSAMENTO A PESO DE CÉREBRO : / A PESO DE OURO NO CÉREBRO / DA PENA QUE ESCREVE E DA PENA QUE CUMPRE / - CUMPRE ESCREVER À PENA / PENA LEVE LOVE E LACELOVE DA AVE-DO-PARAÍSO / QUE NÃO VEIO DO PARAÍSO / MAS DA AVE / - AVE-DO-PARAÍSO / TERRA FIRME SOBRE O INFERNO / - SOBRE O INFERNO A TERRA FIRME PISADA A DEDO DE PÉ / O INFERNO FICA MAIS ABAIXO DOS SUBTERRÂNEOS DE DOSTOIEVSKI / DO ESCRITOR RUSSO QUE FOI ABAIXO DOS SUBTERRÂNEOS DO SER UM DOSTOIEVSKI / QUE A TEORIA DO CAOS TE IMPULSIONE / BORBOLETA AMARELA COM O CAOS NAS ASAS / COM O CAOS A BATER ASAS NA MARIPOSA / O DEUS CAOS EM ASAS DE MARIPOSA / QUE NO BATER DAS ASAS ABALA O DEUS CAOS / MOVE O PLANETA / VARRE O DEUS CAOS DO PLANETA / BORBOLETA AMARELA MARIPOSA : LEPIDÓPTERO / ( LEPIDÓPTERO SERIA DE ASAS LEVES?) / O LIMBO ONDE A CIÊNCIA DORME INCONSCIENTE / LIMBO DE CIÊNCIA BÊBADA DE DÓLARES FALSIFICADOS / TAMBÉM FREUD TEVE SEU INCONSCIENTE LONGE DE ALETHEIA / DA ALETHEIA GREGA NADA INCONSCIENTE DOS FILÓSOFOS /
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
TEXTURA E FORMAS DA FLOR AMARELA
As flores amarelas tem vária forma e textura /
umas que não consigo dizer /
outras que toco /
quando trombeteia em flor amarela pendurada no arbusto ou trepadeira /
tocando com trombeta amarela /
uma sinfonia no amarelo /
concerto em si amarelo maior para trombeta trombone trompete e trompa /
em música cuja letra melodia e ritmo vagam pelo espectro amarelo /
de dói o dó menor sustenido dos olhos no sol de girassol /
- de girassol de escola infantil desenhado no céu da manhã /
e da marca no zênite ao nadir /
girando no Jardim da Infância "Pequeno Príncipe" /
da minha dileta amiga Dora Lima /
que um dia ou uma noite fugiu com os arcanjos /
sem me avisar para não incomodar meu coração nem o dela /
mas que ao certo deixou algum grande príncipe /
neste mundo de rei morto rei posto /
Posto Esso Esso Texaco Texaco texugo /
Petrobrás Petrobrás... - São Brás...!!!
- Padre Brás da minha infância toda!!! /

Flor amarela bela aquarela em tela na cela da monja /
Santa Terezinha do Menino Jesus orando por Dora /
encontradiça em todos os matizes ilegíveis a olho nu /
e formas na cor amarela que ela levou com ela /
na mão que ficou para acariciar e construir /
mais formas de flores amarelas /
sempre na cor selvagem dos campos /
e cantos da calçadas onde afloram terras /
pequenos gigantescos latinfúndios para a flor amarela andar a cavalo /
de tão longe que vai o chão nas patas do cavalo amarelo da flor amarela /
- e não do Apocalipse cansativo e inútil flor amarelada em flores mortas /
na forma e textura pegajosa de signos e figuras /
nos livros antigos como o tempo amarelo /
- o tempo com cirrose e icterícia /
MULHER LOURA DE IVAN GRIBEL - MULHER LOURA DE IVAN GRIBEL
REFERÊNCIAS : WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPEDÉIA , YOUTUBE, GOOGLE, YOUTUBE, GOOGLE, ICTERÍCA, CIRROSE, AFLORAM, ICTER´CIA, CIRROSE, AFLORAM, WIKIPEDIA, APOCALIPSE, CAMPOS, LATIFÚNDIOS, PATAS, APOCALIPSE, CAMPOS, LATIFÚNDIOS, PATAS, CAVALO AMARELO, AMARELA, FLOR, FLOR AMARELA, , AMARELO, CAVALO, ALELO, AMARELA, ALELA, AQUARELA, AMARELA, ALELA, AQUARELA, COR , TEXTURA, FORMA, COR, TEXTURA, FORMA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, TREPADEIA, ARBUSTO, TROMBETA, TREPADEIRA, ARBUSTO, TROMBETA, TROMPETE, TROMPA, TROMBEONE, TROMPETE, TROMPA, TROMBONE, RITMO, LETRA, MÚSICA, MELODIA, RITMO, LETRA, MÚSICA, MELODIA, RITMO, PEGAJOSA, FIGURA, ZÊNITE, NADIR, PEGAJOSA, FIGURA, ZÊNIDE, NADIR, PEQUENO PRÍNCPE, LIVRO, PEQUENO PRÍNCIPE, LIVRO, PEQUENO PRÍNCIPE DE SAINT-EXUPÉRY, PEQUENO PRÍNCIPE DE SAINT-EXUPÉRY, JARDIM DA INFÂNCIA, JARDIM DA INFÂNCIA, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA, ABSOLUTA, VODKA, BAIKAL, ABSOLUTA, VODCA, OTTO GRIBEL, VODCA, BAYER, GRIEBEL, OTTO MOTOR,BAYER, GRIEBEL, GRIBEL, OTTO CARPEAUX, LARA RESENDE, OTTO CARPEAUX, OTTO LARA RESENDE, CAPRPEAUX, OTTO.
umas que não consigo dizer /
outras que toco /
quando trombeteia em flor amarela pendurada no arbusto ou trepadeira /
tocando com trombeta amarela /
uma sinfonia no amarelo /
concerto em si amarelo maior para trombeta trombone trompete e trompa /
em música cuja letra melodia e ritmo vagam pelo espectro amarelo /
de dói o dó menor sustenido dos olhos no sol de girassol /
- de girassol de escola infantil desenhado no céu da manhã /
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girando no Jardim da Infância "Pequeno Príncipe" /
da minha dileta amiga Dora Lima /
que um dia ou uma noite fugiu com os arcanjos /
sem me avisar para não incomodar meu coração nem o dela /
mas que ao certo deixou algum grande príncipe /
neste mundo de rei morto rei posto /
Posto Esso Esso Texaco Texaco texugo /
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- Padre Brás da minha infância toda!!! /
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encontradiça em todos os matizes ilegíveis a olho nu /
e formas na cor amarela que ela levou com ela /
na mão que ficou para acariciar e construir /
mais formas de flores amarelas /
sempre na cor selvagem dos campos /
e cantos da calçadas onde afloram terras /
pequenos gigantescos latinfúndios para a flor amarela andar a cavalo /
de tão longe que vai o chão nas patas do cavalo amarelo da flor amarela /
- e não do Apocalipse cansativo e inútil flor amarelada em flores mortas /
na forma e textura pegajosa de signos e figuras /
nos livros antigos como o tempo amarelo /
- o tempo com cirrose e icterícia /
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