domingo, 20 de dezembro de 2009

BIOGRAFIA DE SHAKESPEARE


Houve um poeta na Inglaterra - Shakespeare, Shakespeare poeta de Hamlet /
( ouve que ele é excelso poeta ) /

que viveu no contexto do mundo social da rainha Elisabeth I /
- a rainha Elisabeth I da Inglaterra que mudou a história inglesa para melhor /
tirou à história os cavalos de força sobre os quais a inglaterra precisava cavalgar /
antes do motor a vapor que fez a revolução em escala industrial vital no mundo atual /
e do motor Otto de explosão interna também da camada de ozônio /
- motor Otto corpos de carros à frente na corrida contra o Greenpeace /
- o Greenpeace e a vida que se vai talhada na fumaça do cigarro motor /

No diz-que-diz da fofoca diz a anedota que Shakespeare foi tudo na vida-Hamlet /
inclusive ladrão de cavalos e cavalariço /
( o que deveria ficar fora desta biografia poética e se restringir ao anedotário ) /
Todavia não roubou os cavalos de força que impulsionaram o motor a vapor /
e a grande Revolução à inglesa /
O que Shakespeare roubou mesmo foram histórias /
inclusive a história de Romeu e Julieta /
Macbeth, Rei Lear, o Mercador de Veneza dentre outras /
- Shakespeare eram mesmo um bom ladrão de histórias : /
o bom ladrão Shakespeare - de histórias inventadas no real e no imaginário /
( toda história tem partes no imaginário e no real /
fato que não caracteriza somente lendas e mitos /
os quais são os ancestrais meméticos e genéticos da história ) /

Romeu e Julieta é a história do próprio Shakespeare : /
dos Shakespeares em Shakespeare : pais, filhas, irmãos, esposa
cidade natal e mortal de Shakespeare, bardo do Avon : Stratford-upon-Avon /
- de Shakespeare em seu interior : ensimesmado, em si bemol - ensimesmado /
Outrossim é a história dos Shakespeares cantada em Rei Lear /
que é o alter ego tolo do bardo inglês e suas filhas /
Também do Shakespeare homem de sua época /
o Shakespeare que rouba histórias inventadas /
copiando-a com sua "letra" poética /
tal qual um monge copista medieval o fazia com letra elaborada /
( o monge copista medieval ganhava o céu em troca das suas cópias ) /
O Bardo do Avon, monge copista não medieval, mas sibarita, sibarita, /
tirava as cópias de um limbo de letras empobrecidas pelo câmbio vigente /
e as alocava na bolsa de valor de sua letra de câmbio poética /
- Bolsa de Valor com as letras de ouro de Shakespeare /
cujo brilho dava lastro de ouro pesado na âncora da história contextualizada /
graças ao câmbio de valor do poeta que escrevia com arte de esgrima /
- a esgrima escrita e pensada na letra poética de Shakespeare /
poeta que fez o que fizera os escribas bíblicos /
recontando e cantado velhas histórias arquetípicas /
que passaram pelos rios do paganismo ao cristianismo /
através dos memes lidos nos livros ou nos genes que leram em algum antepassado /
ou das histórias orais que vieram de oitiva pela tradição /
desde tempos eternos recuados para trás das sombras do tempo /
que foi tempo em Jesus /
- em Jesus que refez todo o tempo /
no amálgama de passado e futuro antes e depois de Cristo /
( Cristo foi o Jesus que fugiu do homem para Deus ) /

Através da história de Romeu e Julieta canta Shakespeare sua história /
- a história de sua vida de poeta que roubava histórias /
e trazia o caudal de rio que essa história narrava em cada autor /
( que a história de Romeu e Julieta passou por muitas bocas /
e posteriormente por muitas penas de autores /
sendo já encontrada em verso nas Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
que cantou as personagens do amor em Verona com outros nomes /
O poeta Ovídio que por certo leu a história de amor que narrou /
viajando esparsa nos mitos nos mitos gregos /
e também a ouviu em lendas orais ao estilo do mito grego corrente em rio latino /
na fonte de águas do leite do latim : que o latim é uma língua de leite /
- o latim é uma língua que recebeu em seu caudal um rio de leite da língua grega /
leite do latim que alimentou toda a civilização até nossos tempos /
nutrindo inclusive todo o pensamento do cristianismo com as ordens mendicantes /
oriundas no pensamento e práxis de Diógenes de Sinope /
- Diógenes de Sinope, o príncipe dos mendigos, seu padroeiro e idealizador /
( Diógenes de Sinope foi o filósofo dos mendigos /
de Diógenes se originou a filosofia para mendigos /
renascida no cristianismo primitivo e na Idade Média dos monges copistas /
e da Idade Média dos monges copistas para o capitalismo à velocidade de Gutemberg ) /

A história do amor antepassado de Romeu e Julieta /
veio viajando no rio que trouxe As Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
- viajando dos mitos gregos até As Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
que narra inconscientemente a sexualidade entre Vênus e Marte /
de cujo conúbio nasce o deus Amor /
que brinca de flechar os pobres mortais Sócrates com a paixão /
- o pobre mortal Sócrates do silogismo de Aristóletes que o mata silogisticamente /

Em Romeu e Julieta passa as histórias por esse rio caudaloso da mixórdia /
em barcos de vários contextos e autores de todos os tempos e civilizações /
por um caudal oceânico de cultura em rio de tintas do pergaminho ao papiro /
- do papiro ao papel que acolhe este rio que passa em enchente pelo seu álveo /
da pena de Ovídio à de Shakespeare /
que cantaram ou pranteiam em prosa e verso ou música /
a história dos amantes desditosos /
que o são todos os amantes de fato /
que o amor verdadeiro não cabe neste mundo /
ficando do outro lado preso a ferros na idéia de Platão /
pois é impossível ao engenheiro-poeta que seja fazer a transposição do amor /
pela barreira imaterial inquebrável postada como soldado entre a idéia e a realidade /
( Por isso a história de amor ser apenas um sucesso em fatos /
ou atos do teatro e da mente dos poetas copistas /
que se arriscam atravessando contextos em torrentes de mixórdia /
em pororoca e piracema a um tempo /
pois cada história em cada escritor e em cada ouvinte da tradição /
conta, narra sempre a história que se ouviu ou leu antes /
- narra a história num tempo em que o autor mal conhece o contexto /
exceto de forma intelectiva ou imaginativa /
( a história também é a história pessoal do autor /
é uma maneira pessoal de dizer e impor seu eu sobre o território em signos /
e a se entrelaçar com a história do ouvinte ou leitor /
e com os tempos e bocas que fazem o esgar da tradição /
ao narrar o inenarrável em velhos mitos e lendas ao esgar de bruxa de cada boca /
- mitos e lendas que são os instrumentos /
os quais possibilitam essas narrativas e esses cantos /
levados do barco de Ovídio ao veleiro de Shakespeare /
porque a história não é de um solitário anacoreta /
mas de uma coletividade que a construi pelo tempo fora /
boca a boca verso a verso pelo caminho do cachimbo do tempo que a fumou /
( De preferência não fume ou pare de fumar antes que o ar deixe de voar em seus pulmões ) /

Daí que Shakespeare nem os autores bíblicos roubaram nada a ninguém /
mas antes contribuíram para montar a história /
que sempre é uma história de outra história que vai para trás e para frente /
desbravando passado e futuro virgens /
- virgens como eram as virgens de Sião do profeta Jeremias sem chorar ) /
Shakespeare.jpg
Creio que Shakespeare era bissexual e fez de tudo na vida /
- fez de tudo de forma vivida ou imaginada na sua capacidade poética /
na bravura de sua vida em poesia que diálogo nas tragédias /
pois o poeta observa o mundo pelas janelas da psicologia etnografia historiografia /
enfim pelo sim de todas as ciências humanas e desumanas planas em figuras /
ou sem geometria euclidianas que as contenha em plano /
indo então até a geometria de parábolas em Descartes /
cujo fito era analisar as curvas na geometria do espaço real /
ao invés de ficar no espaço ficto e mental de Euclides /
com suas figuras retas sem quaisquer curvas nem no espaço mental /
dentro de um plano do olhar grego para todos os lados e ângulos /
- olhar grego para a arte ciência religião filosofia "planisférica" de Aristóteles /
- de um Aristóteles de final feliz que não há em Shakespeare /
pois para tudo assim virou o olho grego /
- o olho grego que piscou maliciosamente em Shakespeare /
em um poeta Shakespeare que não mais observa hoje senão sob signos /
porque está sob epitáfio que contém sua maldição /
a quem ousar mover seus ossos /
Shakespeare dorme sob signos que podem se levantar em serpente /
quando o leitor soprar o pó dos signos com seus olhos /
que têm o poder de ressuscitar o que Shakespeare deixou de si em signos /
que podem reviver nos olhos do leitor /
Porém a poesia não pousa mais no homem que foi Shakespeare /
mas no poeta que está vivo no verso da vida ao anverso do universo inverso no homem /
um uno no universo no verso imerso antes do anverso uno no universo /
que o uno universo é ao anverso do homem um verso podre e sem sentido imerso ) /

William Shakespeare em suas obras corta o corpo do mundo social /
- o bardo Shakespeare foi um cirurgião-poeta /
um cirurgião com letras palavras e semiologia perfeitas /
Do manejo hábil das frases de Shakespeare /
de Platão e Heráclito de Éfeso /
do Tanakh e do Corão /
é que se criou geneticamente na memória da natureza /
pela engenharia genética em signos que operaram genes /
- foi essa memória em meses e genes construída com signos pela engenharia genética /
que criou o virtuosismo do pianista do violinista do cirurgião... /
e o entendimento da ciência e da filosofia através da poesia /
- a poesia que é o primeiro e maior saber humano /
pois o homem somente atinge a maioridade intelectual e sexual quando sabe à poesia /
e então ganha o poder de construir seu ser e ter a existência em suas mãos /
haja vista a enciclopédia que é a obra de Shakespeare e Dante: Dante no inferno, /
dois dos mais eruditos e sábios poetas que atingiram a maturidade sexual vital /
- poetas e sábios que conheciam todo o seu tempo e tudo o que nele estava /
e certamente sabiam o que não estava senão no vir-a-ser da profecia /
que os profetas chamam de profecia e a ciência de precognição /

Em Shakespeare as letras são afiadas no corte como um bisturi /
ou a obsidiana do povo Maia /
Foi com letras em junção fonética e sintática /
que nasceram frases orações e cantos /
poesias que analisaram e descreveram o mundo natural e social /
com essas secções no corpo do pensamento /
que se criou a ciência-pelo-logos ou ciência no logos grego /
- não a ciência como tecnologia chinesa do fazer /
mas a ciência do pensar grego pelos pré-socráticos no discurso /
que foram os pensadores físicos /
- os físicos, os cientistas da época /
os Anaxágoras Pitágoras Empédocles Tales de Mileto /
e Parmênides na escola dos eleatas /
pioneiro da ontologia ou ciência do ser através do discurso ou "logos" /
- que ciência somente vem pelo discurso e não pelo empirismo /

Shakespeare colocou em todas as letras que escreveu /
em cada frase e oração que cantou em sonetos na boca de Romeu /
- em tudo que escreveu Shakespeare pôs o peso de seu cérebro /
- cérebro pesado em cada letra, frase, oração do poeta Shakespeare /
- Shakespeare : o Bardo do Avon /

REFERÊNCIAS : REI LEAR : TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE - REI LEAR DE TRAGÉDIA SHAKESPEARE, BIOGRAFIA DE SHAKESPEARE, BIOGRAFIA , OUVE QUE É EXCELSO POETA - O POETA SHAKESPEARE / VIVEU SHAKESPEARE NO CONTEXTO DO MUNDO DA RAINHA ELISABETH I / CONTEXTO DA INGLATERRA NA HISTÓRIA - DA INGLATERRA QUE TIROU OS CAVALOS DE FORÇA / ANTES DO MOTOR A VAPOR QUE FEZ A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL VITAL AO MORTOR OTTO / AO MOTOR OTTO DE COMBUSTÃO INTERNA / MOTOR OTTO CORPOS-CAVALOS À FRENTE - CORPOS-CAVALOS À FRENTE NA CORRIDA CONTRA O GREEANPEACE / NA CORRIDA A PERDER DO GREENPEACE / CONTRA A COMBUSTÃO INTERNA DA CAMADA DE OZÔNIO / OH! A PRECIOSA CAMADA DE OZÔNIO - CAMADA DA VIDA PRECIOSA GEMA / A VIDA VAI SE TALHANDO NA FUMAÇA DO CIGARRO MOTOR / NO CIGARRO-MOTOR A VIDA TALHADA SEM RODIN - TALHADA ESTÁTUA NA AUSÊNCIA DE RODIN - NO DIZ-QUE-DIZ DA FOFOCA / QUE DIZ A ANEDOTA / E DES-DIZ A FOFOCA NA ANEDOTA / NA BIOGRAFIA POÉTICA DE SHAKESPEARE / UMA BIOGRAFIA POÉTICA NO CHÃO DO ANEDOTÁRIO E FOFOCA / SHAKESPEARE ROUBOU HISTÓRIAS / INCLUSIVE A HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - A HISTÓRIA DO AMOR EM JULIETA E ROMEU / TAMBÉM DE REI LEAR NU NA TEMPESTADE / DO REI NU NA TEMPESTADE : O REI LEAR / QUE É O SÍMBOLO DO HOMEM NU NASCENDO / - REI LEAR É O HOMEM NU NASCENDO / SHAKESPEARE FOI O BOM LADRÃO - O BOM LADRÃO DE HISTÓRIAS ALHEIAS / QUE TODA HISTÓRIA TEM PARTES NO REAL E IMAGINÁRIO / PELO IMAGINÁRIO E REAL VIAJAM HISTÓRIAS / JUNTO A ANEDOTAS /
MITOS E LENDAS SÃO ANCESTRAIS GENÉTICOS E MEMÉTICOS / - ANCESTRAIS GENÉTICOS E MEMÉTICOS DA HISTÓRIA SÃO OS MITOS E LENDAS / ROMEU E JULIETA É A HISTÓRIA DO PRÓPRIO SHAKESPEARE - SHAKESPEARE ESCREVE SUA HISTÓRIA EM ROMEU E JULIETA / - HISTÓRIA DO SHAKESPERE JOVEM E AMANTE / STRATFORD-UPON-AVON - CIDADE NATAL E MORAL DO BARDO SHAKESPEARE : / O BARDO SHAKESPEARE NASCEU E MORREU NA CIDADE DE STRATFORD-UPON-AVON / POR ISSO SHAKESPEARE FOI DENOMINADO O BARDO DO AVON / O BARDO INGLÊS DE AVON - SHAKESPEARE DO REI LEAR - DO REI LEAR EM SUA TEMPESTADE INTERNA / - O REI LEAR NA TEMPESTADE INTERIOR EM UM SHAKESPEARE ANGUSTIADO / POSTO EM LETRA POÉTICA / A LETRA DE CÂMBIO POÉTICA DO BARDO DE AVON / QUE FOI UMA ESPÉCIE DE MONGE COPISTA DA IDADE MÉDIA - MONGE COPISTA DE HISTÓRIAS ROUBADAS /- HISTÓRIAS TIRADAS AO LIMBO DE LETRAS POBRES / QUE TEVE CÂMBIO NAS LETRAS DE OURO DO BARDO DE AVON / OURO PESADO NA ÂNCORA DA HISTÓRIA - ÂNCORA DE OURO EM LETRAS DE SHAKESPEARE / BARDO DE AVON / MONGE COPISTA NÃO MEDIEVAL / SIBARITA MONGE COPISTA NADA MEDIEVAL / MAS POETA SIBARITA / QUE SABIA À ESGRIMA / SABIA A ARTE DA ESGRIMA NAS LETRAS / ARTE EM FRASES E ORAÇÕES / - ORAÇÕES DE SIBARITA - UM SIBARITA EM ARTE / NARRANDO HISTÓRIAS PASSADAS PELOS MESMES E GENES / - MEMES NOS LIVROS E GENES NO CORPO DOS ANTEPASSADOS - HISTÓRIAS ORAIS QUE VIERAM DE OITIVA PELA TRADIÇÃO / - QUE A TRADIÇÃO VEM EM HISTÓRIAS ORAIS / QUE VEM DE OITIVA / CRISTO FOI O JESUS QUE FUGIU DO HOMEM - O ÚNICO JESUS QUE FUGIU DO HOMEM QUE ERA PARA O DEUS QUE NÃO ERA FOI CRISTO /
UM CRISTO QUE NÃO É MAIS JESUS NEM HOMEM / MAS DEUS DE DEUS NO CRISTIANISMO / O POETA OVÍDIO CANTOU UMA HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA NAS METAMORFOSES DO AMOR - NAS METAMORFOSES DO AMOR OVÍDIO NARROU A HISTÓRIA DE SEU ROMEU E JULIETA ORIGINÁRIOS - ORIGINÁRIOS DE VÊNUS E MARTE / DE CUJO PARTO NASCEU O NATAL - O NATAL DO DEUS CRISTÃO - QUE É O AMOR EM SI : AMOR, O DEUS PAGÃO, É O DEUS CRISTÃO / HISTÓRIA DO MITO PAGÃO VIAJANDO NOS MITOS E LENDAS - MITOS E LENDAS VIAJANDO NA PENA DOS AUTORES ANTIGOS - POR MUITAS PENAS DE AUTORES ANTIGOS / ATÉ QUE O AMOR DE VÊNUS E MARTE DE SHAKESPEARE / CONTEXTUALIZASSE VÊNUS E MARTE NO AMOR DE ROMEU E JULIETA / QUE FOI O AMOR QUE ELE LEU COM A DIVINDADE PAGÃ DE VÊNUS E MARTE - APAGADO O AMOR DO PECADO COM UMA TRAGÉDIA INCONSCIENTE DESDE OS TEMPOS DE FREUD - FREUD TAMBÉM FOI UM INCONSCIENTE DO SEU INCONSCIENTE CHEIO DE MITOS E LENDAS GREGAS / QUE O ROMANOS DISSEMINARAM / ESTILO DO MITO GREGO CORRENTE EM LÍNGUA LATINA - MITO GREGO CORRENTE EM ESTILO DE LÍNGUA DE LEITE DO LATIM - A LÍNGUA DO LEITE DA CULTURA É O LATIM / LÍNGUA DE LEITE QUE NUTRIU DA CULTURA OCIDENTAL / COM O LEITE DE LOBA DO LATIM - O LATIM É UMA LÍNGUA NO LEITE DA LOBA MITOLÓGICA - A CULTURA OCIDENTAL VEM NA LÍNGUA DE LEITE MITOLÓGICA DO LATIM / OUTRO RIO DE LEITE FOI A LÍNGUA GREGA - O SEIO DA LÍNGUA DE ONDE EMANOU O LEITE À GREGA / O LATIM RECEBEU O CAUDAL DE LEITE DA LÍNGUA GREGA / LEITE DERRAMADO NO LATIM / DIÓGENES DE SINOPE, O PRÍNCIPE DOS MENDIGOS / - DIÓGENES DE SINOPE, PRÍNCIPE DOS MENDIGOS
E PADROEIRO DAS ORDENS MENDICANTES MEDIEVAIS / - DIÓGENES DE SINOPE : PADROEIRO DAS ORDENS MENDICANTES MEDIEVAIS / DIÓGENES NAS ORDENS MENDICANTES DA IDADE MÉDIA - A FILOSOFIA CÍNICA DE DIÓGENES NA IDADE MÉDIA / DIÓGENES DE SINOPE NO ESPÍRITO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS - O FILÓSOFO DIÓGENES DE SINOPE NO ESPÍRITO DE ASSIS EM SÃO FRANCISCO /
NA IDADE MÉDIA DOS MONGES COPISTAS - OS MONGES COPISTAS QUE FORAM PARA O CÉU DA IDADE MÉDIA / MONGES COPISTAS DA IDADE MÉDIA SEM A VELOCIDADE DE GUTEMBERG - GUTEMBERG NA VELOCIDADE DO CAPITALISMO / QUANDO O CAPITALISMO CAPITULA LIVROS / O SILOGISMO DE ARISTÓTELES MATA O POBRE MORTAL DO SÓCRATES - ARISTÓTELES ASSASSINOU SÓCRATES POR SILOGISMO / COM O PUNHAL AFIADO DO SILOGISMO / RIO CAUDALOSO DA MIXÓRDIA / Ó RIO CAUDALOSO DA MIXÓRDIA / CAUDAL OCEÂNICO / - DE UM CAUDAL OCEÂNICO / RIO DE TINTAS DO PERGAMINHO - RIO DE TINTAS DO PERGAMINHO AO PAPIRO / DO PAPIRO AO PAPEL / - AO PAPEL QUE ACOLHE ESTE RIO DE TINTAS E PENAS / DA PENA DE OVÍDIO À PENA DE SHAKESPEARE / DE PENA EM PENA VEIO A HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - DE JULIETA E ROMEU PARA FEMINISTAS /
ROMEU E JULIETA É A TRAGÉDIA DOS AMANTES DESDITOSOS / - TRAGÉDIA DE TODOS AMANTES / POIS SÃO TODOS AMANTES DESDITOSOS / QUE O AMOR NÃO CABE NESTE MUNDO - O AMOR NÃO É DEUS NO MUNDO DOS FATOS / SÓ É DEUS NO IDEAL / ROMEU E JULIETA É A TRAGÉDIA DO AMOR / - DO AMOR QUE NÃO EXISTE FORA DO IDEAL / QUE FICA PRESO FERROS NA IDÉIA DE PLATÃO - O AMOR PRESO A FERROS NA IDÉIA DE PLATÃO / POIS É IMPOSSÍVEL AO ENGENHEIRO-POETA A TRANSPOSIÇÃO DO AMOR - A TRANSPOSIÇÃO DO AMOR DO MUNDO IDEAL PARA O REAL / - QUE O AMOR É IDEAL / ATO DA IDÉIA E NÃO FATO : O AMOR É ATO E NÃO FATO / ATRAVESSANDO CONTEXTOS E TORRENTES DE MIXÓRDIA - O AMOR QUE NÃO EXISTE SENÃO EM IDÉIA - IDÉIA DO POETA-ENGENHEIRO / DO ENGENHEIRO EM POESIA / SOBRE O TERRITÓRIO DE SIGNOS - SIGNOS EM TERRITÓRIO / MITOS E LENDAS SÃO OS INSTRUMENTOS - INSTRUMENTOS DE NARRATIVAS / QUE VÃO DO BARCO DE OVÍDIO AO VELEIRO DE SHAKESPEARE - DE SHAKESPEARE NO VELEIRO AO BARCO DE OVÍDIO TODO FEITO DE PENA E PAPEL EM SIGNOS, POIS SIGNOS SÃO A ALMA DO POETA /
AS VIRGENS DE SIÃO - AS VIRGENS DE SIÃO DO PROFETA JEREMIAS SEM CHORAR - NAS LAMENTAÇÕES DO PROFETA JEREMIAS / CREIO QUE SHAKESPEARE ERA BISSEXUAL / SE NÃO ERA SHAKESPEARE UM BISSEXUAL HOMOSSEXUAL NÃO ERA / NA BRAVURA DE SUA VIDA / SHAKESPEARE ERA UM HOMEM LIVRE / EMBORA A BRAVURA DE SUA VIDA NÃO PUDESSE SER EXTERNADA / SENÃO PELAS JANELAS DA PSICOLOGIA - PSICOLOGIA E ETNOGRAFIA E TODAS AS CIÊNCIAS HUMANAS /
-AS CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS EXATAMENTE DESUMANAS CIÊNCIAS : TRAGÉDIAS - VERDADEIRAS TRAGÉDIAS DE SHAKESPEARE NA HISTORIOGRAFIA - NA RICA HISTORIOGRAFIA DE SHAKESPEARE / NA GEOMETRIA EM PARÁBOLAS DE DESCARTES QUE NÃO QUERIA CONTAR EM PARÁBOLAS, MAS ESTUDUAR AS CURVAS - CIÊNCIA EM CURVAS NO ESPAÇO EM PARÁBOLAS / QUE DEPOIS VIU EINSTEIN - EINSTEIN QUE LEU EM DESCARTES E SUAS PARÁBOLAS A TEORIA DA RELATIVIDADE - A TEORIA DA RELATIVIDADE EM CURVAS PARABÓLICAS DE DESCARTES / QUE DESFIGUROU AS FIGURAS PLANAS DE EUCLIDES COM SUA GEOMETRIA ANALÍTICA - QUE ANALISOU MATEMATICAMENTE EUCLIDES E SUAS FIGURAS PLANAS / a TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE NÃO TEM O FINAL FELIZ DE ARISTÓTELES - SHAKESPEARE ESCREVIA TRAGÉDIAS CONTRA O FINAL FELIZ DE ARISTÓTELES / O GREGO QUE LHE FALOU POR MONTAIGNE / - O PENSADOR EM FRANCÊS QUE FOI MONTAIGNE / MESTRE DE NIETZSCHE / - NIETZSCHE QUE ESPERAVA O SUPER-HOMEM COMO UM JUDEU AO MESSIAS - O SUPER-HOMEM FOI O MESSIAS DE NIETZSCHE / QUE ERA JUDEU / VIROU O OLHO GREGO - O OLHO GREGO EM SHAKESPEARE / O POETA DORME EM SIGNOS / - EM SIGNOS QUE PODEM SE LEVANTAR QUAL SERPENTE / - SERPENTE QUE DORME EM SIGNOS É O POETA - A ESCRITA DO POETA QUE O LEITOR ACORDA / QUE O LEITO PÕE EM VIDA / QUE RESSUSCITA NOS OLHOS DO LEITOR POIS O LEITOR RESSUSCITA POETAS EM VERSOS / E OS PÕE EM PÉ / FORA DO PÓ DE ANJO DA MORTE - LONGE DO PÓ DO ANJO DA MORTE / EM PÉ NO UNO UNIVERSO NO VERSO INVERSO ANTES DO ANVERSO - IMERSO ANTES DO ANVERSO NO VERSO DO UNIVERSO IMERSO NO HOMEM / - O HOMEM : VERSO PODRE PODRE UNIVERSO / CONTA DO CORPO DO MUNDO SOCIAL - SHAKESPEARE SE DÁ CONTA DO CORPO SOCIAL / POIS O BARDO SHAKESPEARE DE AVON FOI UM CIRURGIÃO-POETA : O BARDO DE AVON E CIRURGIÃO-POETA SHAKESPEARE / NO MANEJO HÁBIL DE FRASES E ORAÇÕES /
SHAKESPEARE CORTA A SOCIEDADE EM SEMIOLOGIA FRASAL - PÕE A TESE DA SOCIEDADE EM CORTE NA SEMIOLOGIA FRASAL / PELA ENGENHARIA GENÉTICA EM SIGNOS QUE OPERAM GENES : PURA ENGENHARIA GENÉTICA EM MUTAÇÃO DE GENES COM CORTE DE FRASES DA MEMÓRIA DA NATUREZA - A MEMÓRIA EM GENES DA NATUREZA / QUE PENSA NA REGRA NEGRA E PENAS NA REGRA NEGRA DA NOITE JAMAIS EM REGRA GREGA / A NATUREZA NUNCA PENSA A REGRA GREGA DA FILOSOFIA QUE, ALÉM DA NATUREZA, NÃO É PENSADA POR OUTROS POVOS DE PENSATA A PENSATA : SENSATA E INSENSATA PENSATA PENSADA EM NATUREZA DO PENSAR NATURAL / QUE MEMES E GENES PENSAM DIFERENTE / COMO PENSATA E PENSADA NOS MEMES E GENES PENSAM; PORQUANTO NOS MEMES PENSA O HOMEM QUE SE DEBRUÇA EM SIGNOS : O HOMEM QUE SE DEBRUÇA EM SIGNOS PENSA NOS MEMES MAIS QUE NOS GENES, ONDE PENSA A NATUREZA / QUE TAMBÉM PENSA NO TANAKH E CORÃO - A NATUREZA DIZ O QUE PENSA NO TANAKH E CORÃO E NA POESIA, POIS A POESIA É O MAIOR SABER HUMANO : A POESIA É A NATUREZA DO SABER NO HOMEM / E TODO SABER NO HOMEM E DA NATUREZA DA POESIA QUE SE VINCULA AO SABER DA NATUREZA E NELE VINCULA O HOMEM PELO SISTEMA NERVOSO VEGETATIVO - SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO O VEGETATIVO, SIMPÁTICO À VIDA QUE É PARTE POESIA NO HOMEM ( E SOMENTE NO HOMEM HÁ POESIA ) / E HÁ PROFECIA OU PRECOGNIÇÃO NO POETA - O POETA EXERCE O PODER DA PROFECIA E PRECOGNIÇÃO / EM SHAKESPEARE AS LETRA SÃO AFIADAS COMO O BISTURI DO CIRURGIÃO - O BISTURI DO CIRURGIÃO E A OBSIDIANA - A OBSIANA - VIDRO VUCÂNICO

E A OBSEDIANANO ESCULPIDA EM FORMA DE PORCO PELO POVO MAIA, POIS A OBSIDIANA DO POVO MAIA CORTA COMO O BISTURI / A FILOSOFIA GREGA É A CIÊNCIA PELO LOGOS OU CIÊNCIA-PELO-LOGOS OU CIÊNCIA EM LOGOS GREGO / LOGOS NA CIÊNCIA FÍSICA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS : OS PRÉ-SOCRÁTICOS FORMA
OS FÍSICOS PIONEIROS NO DISCURSO, NO DISCURSO QUE SE VIRA EM METAFÍSICA
NA FILOSOFA DE ARISTÓTELES E PLATÃO DAS IDÉIAS ( OU NAS IDÉIA DE PLATÃO QUE NÃO ERA GORDÃO ?) / ENQUANTO OS ELEATAS JÁ ESTAVAM COM PARMÊNIDES ESCRUTINANDO O SER EM PARMÊNIDES PARA ALÉM DE TODA FÍSICA E AO ENCONTRO DO VIR-A-SER DE HERÁCLITO QUE FOI ARISTÓTELES NO FINAL FELIZ DE ARIST´TELES E INFELIZ DE HERÁCLITO / - HERÁCLITO ERA INFELIZ / NA CIÊNCIA QUE SOMENTE VEM PELO DISCURSO E NÃO PELO EMPIRISMO : CIÊNCIA NÃO É EMPIRISMO, MAS DISCURSO INCLUSIVE SOBRE EMPIRISMO : EPISTEMOLOGIA, Ó QUE EPISTEMOLOGIA!, SHAKESPEARE, POETAS ÁS ALTURAS DO CÉU / SHAKESPEARE CANTA SONETOS NA BOC ADE ROMEU : PÕE SONETOS SHAKESPERIANOS NA BOCA ADE ROMEU - SONETOS MUI SHAKESPEARIANOS /
SHAKESPEARE É O POETA QUE PÕE O PESO DE SEU CÉREBRO, SHAKESPEARE IMPRIMI O PESO DE SUE CÉREBRO EM CADA LETRA, FRASE E ORAÇÃO : TODA ORAÇÃO ESTÁ ESCRITO COM TODO O PESO DO CÉREBRO DE SHAKESPEARE, O BARDO DO AVON, O BARDO DE CÉREBRO PESADO QUE ESMAGA FRASE, LETRAS E ORAÇÕES, SOB O PESO DO CÉREBRO, Ó ILUSTRE BARDO DE AVON, SHAKESPEARE, POETA PARA OS DEUSES OLÍMPICOS DA TERRA.MONGES COPISTAS - MONGES COPISTAS - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE EM HAMLET : O VELHO PENSADOR NO CORPO DO JOVEM INFELIZ E SUICIDA HAMLET, PRÍNCIPE DA DINAMARCA - HAMLET : PRÍNCIPE DA DINAMARCA, TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE, OBRA-PRIMA DE SHAKESPEARE

OFÉLIA EM SUA DOR EM HAMLET - OFÉLIA DE HAMLET

MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET - A MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET
FRONTISPÍCIO DA EDIÇÃO DE 1605 DE HAMLET - FRONTISPÍCIO DA EDIÇÃO DE HAMLET DE 1605.
MONTAIGNE - O PENSADOR FRANCÊS MONTAIGNE EM HAMLET
SARAH BERNHARDT COMO HAMLET - SARAH BERNAHARTD COMO HAMLET
MACBETH E BANQUO COM AS BRUXAS DE FÜSSLI - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
FACSIMILE DA PRIMEIRA PÁGINA DE MACBETH DE 1923 - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
CENA DE LADY MACBETH SONÂMBULA EM FÜSSLI - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
OTHELLO E DESDEMONA DE SHAKESPEARE - OTHELLO E DESDEMONA DE SHAKESPEARE
SONETO 17 DE SHAKESPEARE :

Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.

Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.

Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:

Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.

CAPA DA EDIÇÃO DE 1609 DOS SONETOS DE SHAKESPEARE - CAPA DA EDIÇÃO DE 1609 DOS SONETOS DE SHAKESPEARE

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

MARIPOSA AMARELA

A borboleta amarela alela voa voeja volátil volútil volúvel /
pelo alelo elo lelo amarelo que não é ela bela lela alela amarela mariposa /
que adeja e pousa em ser e cousa /

A amarela borboleta que adeja voluteia volúvel voluptuosa /
passa para lá e para cá movida por Alá em lá bemol se há : no Si bemol de Alá há /
curvando meus olhos no espaço curvo /
e tempo turvo no turvo que turva a curva do ser turvo /
de nariz e cariz ao bico de corvo curvo turvo /
curva turva de turvo corvo novo no ovo /
corvo em ovo novo uva a uva à curva turva que curva a uva /

A borboleta amarela voante volúvel voluteia pela teia alheia ameia do castelo belo amarelo /
voluptuosa volúvel volútil volátil e bela amarela borboleta amarela alela ela /
- ela que por nada nada a peixe e fada na água sem hidrogênio casado com oxigênio /
( sem casamento químico alquímico cínico mímico ritmíco anímico )

navega nada com nada na nadadeira de peixe no oxigênio divorciado do hidrogênio /
( casal homossexual natural passional floral amoral moral casal não imoral nem imortal /
pendurado na cor da amora que mora no juro de amor de mora /
que não demora mora na flora ora Flora já em hora grega gregária de outrora ) /

trafega volátil volúvel voluteando pelos rolos de fumo no gás atmosferérico nada feérico /
- gás que sobe solitário pela escada espiral gasosa fervorosa em termodinâmica chaleira /
sozinho no caminho sem o líquido pluvioso fluvioso chuvoso de mar a mar soberano /

-a água que abre o Êxodo com anfíbios insetos térmitas formigas pelo deserto /
onde a voz que clama ainda no deserto é do profeta João Batista batizando a vida /
e o passo com o povo de Moisés - o legislador dos insetos e anfíbios /
que traz a vida em anfíbios e inseto e homens desde o mar Morto /
e o mar Vermelho velho escaravelho espelho do que é mais velho que o Evangelho /

e outrossim pelos cerrados savanas florestas matas cidades vilas aldeias veias cavas /
que cavam o mar vermelho de sangue e vinho tinto na hemoglobina eritrócitos /

A mariposa amarela alela pararela passa pelos meus olhos de um lado a outro /
moveu meu olhos ontem antes de ontem tresontante /
move agora e poderá mover amanhã ao dilúculo ou na barra da alva /
indo
até o lusco-fusco e a noite sem estrelas navegantes na tempestade /
ou na noite no nó do pó da avó em avos matemáticos na luz das cefeidas /
vela padrão que vela pela vela acesa da alma /

se houver alva no céu para os meus olhos acesos na alba que alva o dia /
que não estarão vidrados enquanto existir uma borboleta amarela passando /
única que me acorda do sonho confortável em berço de ouro da pré-morte /
que é o sono com a fronha do sonho /

para continuar carregando a cruz romana aos ombros pelas vias dolorosas quotidianas /
- a cruz que é o símbolo do peso da existência de um homem /
a qual carregarei na vida longânima magnânima sobre a lâmina da água doce ou salgada /

E quão mais pesado o cérebro mais gravidade se carrega na cruz! /
- peso que vai nas letras frases e pensamentos que saem da boca e da pena do homem /
( da pena que escreve e da pena que cumpre /
e ainda da pena leve e lave lacelove "love" da ave-do-paraíso /
a qual não quero que me leve pluma ultra-leve ao paraíso /
mas me deixe aqui quedo pisando em terra firme sobre o inferno /
plantado com os pés em pé sobre a terra entre o ceú e o inferno /
- que o inferno fica mais abaixo dos subterrâneos de Dostoiésviski /
ó borboleta amarela lela alela aquarela bela borboleta!!! ) /

Que a teoria do Caos te impulsione /
borboleta amarela mariposa : lepidóptero /
porque o teu bater de asas abala o caos /
move o planeta e varre o deus Caos primordial da mitologia /
para o limbo onde a ciência dorme inconsciente da existência de Freud /
- Freud que também teve seu inconsciente longe de alethéia /




















SINFONIA EM AMARELO DE IVAM GRIBEL - SINFONIA EM AMARELO DE IVAN GRIBEL
BORBOLETA AMARELA DE DILMA DAMASCENO, BORBOLETA AMARELA DE DILMA DAMASCENO - BLOG : JANELADAMINHARUA.BLOGSPOT.COM - JANELADAMINHARUA.BLOGSPOT.COM - janeladaminharua.blogspot.com - janeladaminharua.blogspot.com - VODKA SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, SMIRNOFF
REFERÊNCIAS : WIKIPEDIA, YOUTUBE, GOOGLE, WIKIPÉDIA, YOUTUBE, WIKIPEDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCILOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, BORBOLETA, LEPIDÓPTERO, MARIPOSA, BORBOLETA, LEPIDÓPTERO, MARIPOSA, TEORIA DO CAOS, CAOS, TEORIA DO CAOS, CAOS, DEUS PRIMORDIAL, CAOS, DEUS PRIMORDIAL, CAOS, MITOLOGIA GREGA, CAOS, MITOLOGIA GREGA, CAOS, FREUD, BIOGRAFIA, FREUD, BIOGRAFIA, GENES, ALELOS, ALELAS, GENES ALELOS, ALELAS, DOSTOIEVSKI, ESCRITOR RUSSO, BIOGRAFIA, DOSTOIEVSKI, BIOGRAFIA, ESCRITOR RUSSO, DOSTOIÉVSKI, LONGÂNIMA, MAGNÂNIMA, MAGNÂNIMO, LONGÂNIMA, MAGNÂNIMA, MAGNÂNIMA, CRUZ, AVE-DO-PARAÍSO, CRUZ, AVE-DO-PARAÍSO, EXISTÊNCIA, SONHO, FRONHA, SUBTERRÂNEOS, EXISTÊNCIA, SONHO, FRONHA, SUBTERRÂNEOS, SONO, SALVADOR DALI, DALÍ, BIOGRAFIA, PINTOR ESPANHOL, SONO, SALVADOR DALI, DALÍ, BIOGRAFIA, PINTOR ESPANHOL, SALVADOR DALI, SURREALISTA, SUURREALISMO, SUUREALISTA, SURREALISMO, SALVADOR DALI, DALÍ, CEFEIDAS, PRÉ-MORTE, SÍMBOLO, CEFEIDAS, SÍMBOLO, PRÉ-MORTE, SÍMBOLO, VELA PADRÃO, VELO DE OURO, VELA, PADRÃO, VELO DE OURO, ULTRA-LEVE, ULTRALEVE, CÉU, INFERNO, ULTRA-LEVE, ULTRALEVE, CÉU, INFERNO, TEMPESTADES, ESTRELAS, CÉREBRO, TEMPESTADE, ESTRELAS, CÉREBRO, MAR MORTO, MAR VERMELHO, EVANGELHO, MAR MORTO, MAR VERMELHO, EVANGELHO, ESCARAVELHO, VELHO, ESCARAVELHO, VELHO, LIVRO DO ÊXODO, ÊXODO, MOISÉS, LIVRO DO ÊXODO, ÊXODO, MOISÉS, VOLÚVEL, VOLÁTIL, SI BEMOL, VOLÁTIL, VOLÚVEL, SI BEMOL, ALÁ, ALÁ, ALETHÉIA, ALÁ, ALÁ, ALETHÉIA, RITMÍCO, ANÍMICO, ALQUÍMICO, QUÍMICO, RITMÍCO, ANÍMICO, QUÍMICO, ALQUÍMICO, PROFETA, JOÃO BATISTA, HIDROGÊNIO, OXIGÊNIO, PROFETA, JOÃO BATISTA, OXIGÊNIO, HIDROGÊNIO, GÁS, GASES, HIDROGÊNIO, GÁS, GASES, HIDROGÊNIO, GÁS, GASOSO, GÁS, OXIGÊNIO, GÁS, GASOSO, OXIGÊNIO, ATMOSFERA, ATMOSFÉRICO, FEÉRICO, ATMOSFERA, ATMOSFÉRICO, FEÉRICO, TURVO, CURVO, CORVO, TURVO, CORVO, CURVO, CARIZ, TURVA, CARIZ, TURVA, VOANTE, MORAL, IMORAL, AMORAL, VOANTE, MORAL, IMORAL, AMORAL, AMORA, FLORA, AMORA, FLORA, VOLUPTUOSA, JUROS DE MORA, VOLUPTUOSA, JUROS DE MORA, ADEJA, ADEJANDO, VOLÚPIA, VOLÚPIA, ADEJA, ADEJANDO, CASAL HOMOSSEXUAL, HEMOGLOBINA, ERITRÓCITOS, CASAL HOMOSSEXUAL, HEMOGLOBINA, ERITRÓCITOS , FLUVIAL,PLUVIAL, PLUVIAL, FLUVIAL PLUVIOSO, PLUVIOSO,FLUVIOSO, OTTO GRIBEL, MOTOR OTTO, CARPEAUX, OTTO MOTOR, CARPEAUX, GRIBEL, GRIEBEL, DIX, OTTO GRIBEL, GRIEBEL, DIX, MULLER, OTTO MULLER, LARA RESENDE, OTTO DIX, OTTO LARA RESENDE, OTTO DIX, LARA RESENDE
/ BORBOLETA AMARELA ALELA VOA VOEJA VOLÁTIL VOLÚTIL VOLÚVEL / BORBOLETA AMARELA ALELA VOA VOEJA VOLÁTIL VOLÚTIL VOLÚVEL / PELO ALELO ELO LELO AMARELO / ALELO ELO GELO LELO AMARELO / ELA BELA LELA ALELA AMARELA MARIPOSA / ELA BELA LELA ALELA AMAMRELA MARIPOSA / ADEJA E POUSA EM SER E COUSA / ADEJA E POUSA EM SER E COUSA / ADEJA VOLUTEIA VOLUPTUOSA / VOLUPTUOSA VOLUTEIA E ADEJA / MOVIDA POR ALÁ EM LÁ BEMOL / EM LÁ BEMOL MOVIDA POR ALÁ / CURVANDO OLHOS NO CURVO ESPAÇO / OLHOS CURVANDO NOS ESPAÇO CURVO TURVO / TURVO CURVO / NARIZ CARIZ E BICO DE CORVO TURVO / NARIZ É CARIZ DE TURVO CORVO / CURVA TURVA NO CORVO NOVO NO OVO / CORVO EM OVO NOVO UVA A UVA / À CURVA TURVA QUE CURVA A UVA /
BORBOLETA AMARELA VOANTE / BORBOLETA VOANTE QUE VOLUTEIA VOLUTEIA /

PELA TEIA ALHEIA AMEIA DO CASTELO / CASTELO AMARELO AMARELO COM ALHEIA AMEIA NA TEIA TELHA TELHA / POR NADA NADA A PEIXE / PEIXE NADA POR NADA /
A FADA NA ÁGUA / ÁGUA COM FADA QUE NADA! / NADA NA ÁGUA SEM HIDROGÊNIO SEM CASAMENTO DE HIDROGÊNIO COM OXIGÊNIO / MÍMICO RITMÍTICO ANÍMICO OXIGÊNIO / ANÍMICO CASAMENTO DE ALMA EM ALMA / CASAMENTO ALQUÍMICO / QUÍMICO E ALQUMÍCO CASAMENTO DO MÍSTICO COM A QUÍMICA / NADA NA NADADEIRA DE PEIXE / NA NADEIRA DO PEIXE E BOI / OXIGÊNIO DIVORCIADO SEM SEXO DO HIDROGÊNIO / DIVORCIADOS SEM FILHO NA ÁGUA : OXIGÊNIO DIVORCIADO DO HIDROGÊNIO / PENDURADO NA COR DA AMORA / EM FLORAL DE AMORA / MORAL QUE MORA NO JURO DE MORA / ENAMORA O JURO DE MORA, ENAMORA / JURO DE AMOR DE MORA / AMOR PAGO COM JURO DE MORA / AMOR BEM PAGO COM AFAGO / HORA GREGA GREGÁRIA DE OUTRORA / OUTRORA GREGA HORA GREGÁRIA / VOLUTEANDO PELO ROLOS DE FUMO / ROLOS DE FUMO NO GÁS / - GÁS ATMOSFÉRICO NÃO FEÉRICO / GÁS QUE SOBE SOLITÁRIO / GÁS SOLITÁRIO PELA ESCADA EM ESPIRAL / ESPIRAL ESCADA DE GÁS TERMODINÂMICA CHALEIRA / OU CHALEIRA TERMODINÂMICA / A ÁGUA QUE ABRE O ÊXODO / ABRE AS ASAS DO ÊXODO / O PROFETA JOÃO BATISTA BATIZANDO A VIDA / E A ÁGUA BATIZANDO O PROFETA JOÃO BATISTA COM ÁGUA / PORQUE HOMEM É CORPO DE ÁGUA / CORPO MAIS DE ÁGUA QUE TERRA / O HOMEM É MAIS MOISÉS QUE ADÃO / QUE ADÃO É TERRA E MOISÉS ÁGUA / MOISÉS É ANFÍBIO / O GRANDE ANFÍBIO / A VIDA EM ANFÍBIOS / NO MAR VERMELHO / NO VELHO ESCARAVELHO DO MAR VERMELHO / ESCARAVELHO MAIS VELHO QUE O EVANGELHO / O EVANGELHO CANÔNICO E O APÓCRIFO NA AREIA / QUE GUARDA O EVANGELHO APÓCRIFO E CANÔNICO / EM BIBLIOTECA DE AREIA / ESCRITOS APÓCRIFOS E CANÔNICOS NA AREIA / VEIAS CAVAS CAVAM O MAR VERMELHO / VIAS CAVAS E MAR VERMELHO / NAS HEMOGLOBINAS E ERITRÓCIDOS / NO SANGUE VERMELHO COM COR DE HEMOGLOBINA E ERITRÓCIDOS / PINTADA SNO SANGUE VERMELHO MAR VERMELHO / MOISÉS - LEGISLADOR DE INSETO E ANFÍBIOS / LEGISLADOR MOISÉS DOS INSETOS ANFÍBIOS E HOMENS / NA ÁGUA QUE ABRE O ÊXODO / A ÁGUA DO CORPO DE MOISÉS ABRE O ÊXODO / DESDE O MAR VERMELHO / VINHO TINTO NA HEMOGLOBINA / TINTO VINHO NOS ERITRÓCIDOS E HEMOGLOBINA / A MARIPOSA AMARELA ALELA / ALELA DIANE EM MARIPOSA AMARELA / MOVER AMANHÃ AO DILÚCULO / DO DILÚCULO À ALVA E AO LUSCO-FUSCO / NA ALVA FLOR DE LARANJEIRA / E TOSCO LUSCO-FUSCO / EM AVOS O NÓ DO PÓ DA AVÓ / NO NÓ DO PÓ DA AVÓ EM AVOS / AVOS MATEMÁTICOS / MATEMÁTICOS AVOS DE AVÓ EM PÓ / AVOS MATEMÁTICOS À LUZ DAS CEFEIDAS / NA VELA PADRÃO DAS CEFEIDAS / NA VELA SEM VENTO DAS CEFEIDAS / ALBA QUE ALVA EM MEUS OLHOS ACESOS / A ALVA QUE ALBA - ALVA A ALBA EM MEUS OLHOS ACESOS / ALBA QUE ALVA O DIA /
BERÇO DE OURO DA PRÉ-MORTE EM BERÇO DE OURO VEM A PRÉ-MORTE / ANVERSO DO NATAL / NATAL EM ANVERSO DA PÁGINA DO VERSO / SÍMBOLO DO PESO DA EXISTÊNCIA / A CRUZ É O SÍMBOLO DO PESO DA EXISTÊNCIA / - A CRUZ EM SÍMBOLO PESADO DE EXISTÊNCIA / VELA ACESA DA ALMA / POIS A ALMA É VELA ACESA / LÂMINA DA ÁGUA DOCE / - LÂMINA QUE CORTA A ÁGUA EM DOCE E SALGADA / DE MAR A MAR SALGADA LAMINA QUE CORTA A ÁGUA / PESADO CÉREBRO / NA GRAVIDADE DO CÉREBRO PESADO / DO PENSAMENTO PESADO / PENSAMENTO A PESO DE CÉREBRO : / A PESO DE OURO NO CÉREBRO / DA PENA QUE ESCREVE E DA PENA QUE CUMPRE / - CUMPRE ESCREVER À PENA / PENA LEVE LOVE E LACELOVE DA AVE-DO-PARAÍSO / QUE NÃO VEIO DO PARAÍSO / MAS DA AVE / - AVE-DO-PARAÍSO / TERRA FIRME SOBRE O INFERNO / - SOBRE O INFERNO A TERRA FIRME PISADA A DEDO DE PÉ / O INFERNO FICA MAIS ABAIXO DOS SUBTERRÂNEOS DE DOSTOIEVSKI / DO ESCRITOR RUSSO QUE FOI ABAIXO DOS SUBTERRÂNEOS DO SER UM DOSTOIEVSKI / QUE A TEORIA DO CAOS TE IMPULSIONE / BORBOLETA AMARELA COM O CAOS NAS ASAS / COM O CAOS A BATER ASAS NA MARIPOSA / O DEUS CAOS EM ASAS DE MARIPOSA / QUE NO BATER DAS ASAS ABALA O DEUS CAOS / MOVE O PLANETA / VARRE O DEUS CAOS DO PLANETA / BORBOLETA AMARELA MARIPOSA : LEPIDÓPTERO / ( LEPIDÓPTERO SERIA DE ASAS LEVES?) / O LIMBO ONDE A CIÊNCIA DORME INCONSCIENTE / LIMBO DE CIÊNCIA BÊBADA DE DÓLARES FALSIFICADOS / TAMBÉM FREUD TEVE SEU INCONSCIENTE LONGE DE ALETHEIA / DA ALETHEIA GREGA NADA INCONSCIENTE DOS FILÓSOFOS /

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

TEXTURA E FORMAS DA FLOR AMARELA

As flores amarelas tem vária forma e textura /
umas que não consigo dizer /
outras que toco /
quando trombeteia em flor amarela pendurada no arbusto ou trepadeira /
tocando com trombeta amarela /
uma sinfonia no amarelo /
concerto em si amarelo maior para trombeta trombone trompete e trompa /
em música cuja letra melodia e ritmo vagam pelo espectro amarelo /
de dói o dó menor sustenido dos olhos no sol de girassol /
- de girassol de escola infantil desenhado no céu da manhã /
e da marca no zênite ao nadir /
girando no Jardim da Infância "Pequeno Príncipe" /
da minha dileta amiga Dora Lima /
que um dia ou uma noite fugiu com os arcanjos /
sem me avisar para não incomodar meu coração nem o dela /
mas que ao certo deixou algum grande príncipe /
neste mundo de rei morto rei posto /
Posto Esso Esso Texaco Texaco texugo /
Petrobrás Petrobrás... - São Brás...!!!
- Padre Brás da minha infância toda!!! /

Flor amarela bela aquarela em tela na cela da monja /
Santa Terezinha do Menino Jesus orando por Dora /
encontradiça em todos os matizes ilegíveis a olho nu /
e formas na cor amarela que ela levou com ela /
na mão que ficou para acariciar e construir /
mais formas de flores amarelas /
sempre na cor selvagem dos campos /
e cantos da calçadas onde afloram terras /
pequenos gigantescos latinfúndios para a flor amarela andar a cavalo /
de tão longe que vai o chão nas patas do cavalo amarelo da flor amarela /
- e não do Apocalipse cansativo e inútil flor amarelada em flores mortas /
na forma e textura pegajosa de signos e figuras /
nos livros antigos como o tempo amarelo /
- o tempo com cirrose e icterícia /

Você está no último slide
MULHER LOURA DE IVAN GRIBEL - MULHER LOURA DE IVAN GRIBEL
REFERÊNCIAS : WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, WIKIPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPEDÉIA , YOUTUBE, GOOGLE, YOUTUBE, GOOGLE, ICTERÍCA, CIRROSE, AFLORAM, ICTER´CIA, CIRROSE, AFLORAM, WIKIPEDIA, APOCALIPSE, CAMPOS, LATIFÚNDIOS, PATAS, APOCALIPSE, CAMPOS, LATIFÚNDIOS, PATAS, CAVALO AMARELO, AMARELA, FLOR, FLOR AMARELA, , AMARELO, CAVALO, ALELO, AMARELA, ALELA, AQUARELA, AMARELA, ALELA, AQUARELA, COR , TEXTURA, FORMA, COR, TEXTURA, FORMA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, TREPADEIA, ARBUSTO, TROMBETA, TREPADEIRA, ARBUSTO, TROMBETA, TROMPETE, TROMPA, TROMBEONE, TROMPETE, TROMPA, TROMBONE, RITMO, LETRA, MÚSICA, MELODIA, RITMO, LETRA, MÚSICA, MELODIA, RITMO, PEGAJOSA, FIGURA, ZÊNITE, NADIR, PEGAJOSA, FIGURA, ZÊNIDE, NADIR, PEQUENO PRÍNCPE, LIVRO, PEQUENO PRÍNCIPE, LIVRO, PEQUENO PRÍNCIPE DE SAINT-EXUPÉRY, PEQUENO PRÍNCIPE DE SAINT-EXUPÉRY, JARDIM DA INFÂNCIA, JARDIM DA INFÂNCIA, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA, ABSOLUTA, VODKA, BAIKAL, ABSOLUTA, VODCA, OTTO GRIBEL, VODCA, BAYER, GRIEBEL, OTTO MOTOR,BAYER, GRIEBEL, GRIBEL, OTTO CARPEAUX, LARA RESENDE, OTTO CARPEAUX, OTTO LARA RESENDE, CAPRPEAUX, OTTO.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

LIMOEIRO E LUA

http://www.brujasweb.com/wp-content/uploads/2008/07/luna-4.jpg
O limoeiro subindo no telhado /
fugindo pelas telhas /
agarrado à penugem do azul do céu /
que fica entre a região do telhado /
e a zona musical do violinista verde /
tateanto hesitante um violino pendurado no céu /
que Mozart deixara pendido /

Em solidão verde junto à parede esquerda /
o limoeiro abraçado à casa de um eremita extremo /
libertado do mundo vão pela loucura de sua mente esquecida no lodo do reboco /
nas paredes caídas em modo de anjo /
da casa em que vegeta mais solitário que toda a solidão do mundo /
na casa Soledad /
Soledad, Soledad sem volta!!!! /
Soledad não incrustada em anel de eterno retorno /
apartada da Roda da Fortuna e da vida /
Pulsa aquí para ver la imagen a tamaño completo

O limoeiro em rastro de aroma de flor branca /
estende a mão ao céu negro e colhe a lua /
oferecendo-a dentro do limão /
último passo de amor da flor alva na barra da alva /
http://hablasonialuz.files.wordpress.com/2007/08/luna.jpg

REFERENCIAS WIKIPEDIA, GOOGLE :
FLOR DE LIMONERO

El limonero, Citrus × limon, es un pequeño árbol frutal perenne que puede alcanzar los 6 m de altura. Su fruto es el limón, una fruta comestible de sabor ácido y extremadamente fragante que se usa en la alimentación. El limonero posee una corteza lisa y madera dura y amarillenta muy apreciada para trabajos de ebanistería. Botánicamente, el limonero es una especie híbrida del género Citrus, familia de las Rutáceas.Forma una copa abierta con gran profusión de ramas, sus hojas son elípticas, coriáceas de color verde mate lustroso (5 a 10 cm), terminadas en punta y con bordes ondulados o finamente dentados. GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE, GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE : LIMOERO, LIMOEIRO, LIMONERO, LIMOEIRO, ÁRBOL FRUTAL, ÁRBOL FRUTAL, ÁRVORE PERENE, ÁRVORE PERENE, RUTÁCEAS, ÁCIDO, RUTÁCEAS, ÁCIDO, LIMÓN, LIMÃO, LIMÓN, LIMÃO, ALIMENTACIÓN, ALIMENTAÇÃO, ALIMENTACIÓN, ALIMENTAÇÃO, HOJAS, FOLHAS, HOJAS, FOLHAS, CITRUS, CITRUS, LIMON, LIMON, COPA, RAMAS, COPOA, RAMAS, AROMA, FLOR BRANCA, ALVA, AROMA, FLOR BRANCA, ALVA, BARRA DA ALVA, BARRA DA ALVA, LUA, LUA, AMOR, RODA DA fORTUNA, AMOR, RODA DA FORTUNA, VIDA, VIDA, SOLDAD, SOLIDÃO, SOLEDAD, SOLIDÃO, MOZART, VIOLINO, VIOLIN, MOZART, VIOLINO, VIOLIN, VIOLINISTA VERDE, AZUL, CELESTE, VIOLINISTA VERDE, AZUL, CELESTE, REIÃO, REGÓN, ZONA, REGIÃO, REGIÓN, ZONA, MUSICAL, MUSICAL, CÉU, CIELO, CÉU, CIELO, EREMITA, LODO, EREMITA, LODO, CASA, CASA, TELHADO, A=NJO, ÁNGEL, MUNDO, TELHADO, ANJO, ÁNGEL, MUNDO, LOUCURA, LOUCURA, PRIMAVERA, ORO, POLVORIENTA, PRIMAVERA, ORO, POLVORIENTA, MARZO, ABRIL CERCANO, MARZO, ABRIL CERCANO, FUENTE LIMPIA, PATIO SILENCIOSO, FUENTE LIMPIA, PATIO SILENCIOSO, ILUSIÓN CÁNDIDA Y VIEJA, ILUSIÓN CÁNDIDA Y VIEJA, SOMBRA, BLANCO MURO, SOMBRA, BLANCO MURO, PRETIL DE PIEDRA, PRETIL DE PIEDRA, FRANGANCIAS VÍRGENES Y MUERTAS, FRAGANCIAS VÍRGENES Y MUERTAS, FANTASMAS, TARDE, CORAZÓN, FANTASMAS, TARDE, CORAZÓN, HIERBABUENA, ALBAHACA, HIERBABUENA, ALBAHACA, AGUA SERENA, MACETAS, MADRE, MACETAS, AGUA SERENA, MANOS BUENA, MANOS BUENA, LANGUIDO, ENCANTO, SUEÑAN, SUEÑAN, LANGUIDO, ENCANTO, LÍMPIA, LIMPIA,. ANTONIO MACHADO, POETA, ANTONIO MACHADO, POETA ESPAÑOL, ANTONIO MACHADO, POETA ESPAÑOL, ANTONIO MACHADO, POETA ESPANHOL, ANTONIO MACHADO, POETA ESPANHOL.

ÁRBOL CÍTRICO : LIMORERO

ÁRBOL CÍTRICO : LIMONERO
ANTONIO MACHADO - POETA ESPAÑOL
Palacio de las Dueñas, en una de cuyas viviendas nació, en 1875, Antonio Machado, POETA ESPNOL

POEMA EL LIMONERO DE ANTONIO MACHADO

El limonero lánguido suspende
una pálida rama polvorienta
sobre el encanto de la fuente limpia,
y allá en el fondo
sueñan los frutos de oro…

Es una tarde clara, casi de primavera,
tibia tarde de marzo,
que el hálito de abril cercano lleva;
y estoy solo, en el patio silencioso,
buscando una ilusión cándida y vieja:
alguna sombra sobre el blanco muro,
algún recuerdo, en el pretil de piedra
de la fuente dormido, o, en el aire,
algún vagar de túnica ligera.

En el ambiente de la tarde flota
ese aroma de ausencia
que dice al alma luminosa: nunca,
y al corazón: espera.

Ese aroma que evoca los fantasmas
de las fragancias vírgenes y muertas.

Sí, te recuerdo, tarde alegre y clara,
casi de primavera,
tarde sin flores, cuando me traías
el buen perfume de la hierbabuena
y de la buena albahaca
que tenía mi madre en sus macetas.
Que tú me viste hundir mis manos puras
en el agua serena,
para alcanzar los frutos encantados
que hoy en el fondo de la fuente sueñan…

Sí, te conozco, tarde alegre y clara,
casi de primavera.




domingo, 20 de setembro de 2009

CASTELOS DE CASTILLA : ESPANHA


A casa que eu visitara / cuja visita se espargiu em pó de anjo decaído / traduzido na contagem de areia realizado pela ampulheta quebrada / esboroou-se no reino das ervas coletoras de quedas de arcanjos e serafins / com asas sem rota ou pára-quedas / - queda fatal de um longo azul remoto e roto /
sobre a casinhola velha /
torta pelo esgar de bruxas de mais de cem anos /
toda enrugada, desgrenhada em cãs /
com o amarelo e o lodo pintado em tinta líquida de clepsidra /
casebre amparado nos braços de dois arbustos /
que a ladeavam em um amplexo que evitava o desmoronamento iminente /
choupana toda barbada de ervas subindo pelas paredes /
junto a lagartos verdes ou negros /

CASTILLO TEMPLÁRIO DE PONFERRADA, ESPAÑA
Archivo:Castillo templario de Ponferrada 001.jpg
CASTILLO TEMPLÁRIO DE PONFERRADA - ESPAÑA
Aquela morada abandonada aos passos sonâmbulos dos sonhos /
que vagam pelos cômodos noite e dia /
arrastando a corrente dos fantasmas e almas penadas /
- aquela cabana era um castelo construído no outro lado do mundo /
no lado de dentro das muralhas do sonho /
onde deixei em arroios de pranto uma velha aldeia abandonada /
para onde fujo todas as noites pelo aqueduto do sono /
na forma de pupa e larva de arcanjo /
que sobe célere pelas escadarias trançada nas muralhas dos castelos medievais /
pelas trepadeiras em flor de trombetas violáceas onde o anjo põe a boca e sopra /
até a ponta mais alta onde o azul em floresta de luz /
é trançada ao azul tecido na flor azul da erva mais escondida nos baixios /
No coração daquela aldeia /
está plantado meu Castelo Templário ao sul onírico de Ponferrada /
longe da guerra e do bulício do mundo /
na solidão azul em flor da aldeia do rei /
- do rei que nunca passou da soleira da lenda /
detrás das fileiras de letras e da história cantada em forma de castelo /
na arquitetura pura do vate eremita /
onde o rei ficou protegido da revolta do povo por muros de castelos mentais /
e principalmente ficou livre o povo do instinto assassino do rei /
emparedado, contido na lenda do poeta /
( assim como ocorreu fictamente nesta monarquia da aldeia do rei que inventei, /
do rei que sou somente eu tomando posse do meu próprio poder sobre mim / sem súdito nem poeta ou bobo, tampouco lacaio ou escravo / nem qualquer ser humano sobre o qual pese a corrente e a máscara de ferro do sistema real / - assim também deveria ser a democracia /
sem máscaras, masmorras e ferros de lei / para conter o império de cada um sobre si ) /


Na aldeia que construí na argamassa mesclada ao mel / com casas na forma hexagonal do alvéolo da colmeia / o rei está preso e condenado atrás das grades de frases da lenda / guardado pelo Querubim que traz a espada da poesia / a fim de que este predador não fique solto / como sói no mundo / onde o assassino e o ladrão usurpa o trono / e a besta mais feroz é o primeiro na hierarquia / conforme a fórmula enunciada na constante presente na fórmula dos profetas apocalípticos / - estes sábios vegetativos que não se vendem aos criminosos / mas usufruem da vida plena e abundante em quantidade e qualidade / pois tais artistas da sabedoria vital são os anciãos dos anos / os reis do tempo que perpassa sutilmente a vida /


CARLOS EL TEMERARIO

CARLOS EL TEMERARIO
Carlos el Temerario en una representación idealizada del siglo XI
CARLOS EL TEMERARIO
CARLOS I DE VALOIS
CARLOS EL TEMERARIO
CARLOS I DE VALOIS
Un joven Carlos el Temerario, conde de Charolais, portando el Toisón de Oro. Cuadro de Roger van der Weyden

Carlos I de Valois, llamado el Audaz o el Temerario (Francés: Charles le Hardi o le Téméraire; Dijón, 10 de noviembre de 1433 - Nancy, 5 de enero de 1477), fue Duque de Borgoña, Brabante, Limburgo y Luxemburgo, entre otros títulos. Pertenecía a una rama menor de los Valois, que gobernaron Borgoña entre 1364 y 1482.El poder del ducado de Borgoña alcanzó su apogeo bajo su reinado, pero desaparecerá en virtud de los hábiles golpes políticos del rey de Francia, Luis XI. Su muerte en 1477 significó el fin del sueño borgoñón de resucitar la antigua Lotaringia. El matrimonio de su hija María con el emperador Maximiliano ligó la herencia borgoñona al linaje de los Habsburgo, en la persona del hijo de ambos, Felipe el Hermoso, que contraería matrimonio con la reina Juana de Castilla. El hijo de ambos, Carlos, recibiría su nombre en memoria de su bisabuelo.El sobrenombre de "Temerario" no le fue adjudicado hasta pleno romanticismo. Para sus coetáneos fue "Carlos el Audaz", "el Gran León", "el Guerrero" y "el Terrible" para sus detractores.

PETER PAUL RUBENS: CARLOS EL TEMERARIO
Carlos el Temerario según lo imaginara Peter Paul Rubens en el siglo XVII
REFERÊNCIAS : GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - VODKA-SMIRNOFF.COM - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA-SMIRNOFF.COM - www.vodka-smirnoff.com - ottogribel - www.vodka-smirnoff.com - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - vodka-orloff - VODKA ORLOFF - vodka-orloff - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : VODKA BAIKAL - vodka-baikal - VODKA BAIKAL - vodka-baikal - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTOBISMARK - www.ottobismak.com - OTTOBISMARK - www.ottobismark.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomuller.gribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomullergribel.com - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel- CASTILLO DE COCA, CASTILLO DE COCA -
WIKIPEDIA : GOOGLE : CACA-COLAGRIBEL - COCA-COLAGRIBEL - COCACOLAGRIBEL - COCACOLAGRIBEL, SERAFINS, SERAFINS, CARLOS EL TEMERARIO, CARLOS EL TEMERARIO - CHOUPANA, ERVAS, CASTELO, CHOUPANA, ERVAS, CASTELO, HIERBAS, BIERBAS, PONFERRADA, GUERRRA, BULÍCIO, GURRA, PONFERRDA, BULÍCIO, MUNDO, TEMPLÁRIO, CORAÇÃO, MUNDO, TEMPLÁRIO, CORAÇÃO, CORAZÓN, CORAZÓN, ALDEIA, ALDEA, OINRICA, ALDEA, ALDEIA, ONÍRICA , ALDEA DEL REY, ALDEIA DEL REY, ALDEIA DO REI, ALDEIA DO REI, AQUEDUTOS, MURALLHAS, ALMAS, ALMAS, AQUEDUTOS, MURALHAS, FANTAMAS, FANTASMAS, CLEPSIDRA, SONHOS, CLEPSIDRA, SONÂMBULOS, SONHOS, SONÂMBULOS, SOÑOS, SOÑOS, AMPULHETA, RELOG DE ARENA, AMPULHETA, RELOJ DE ARENA - CASTILLO DE PNAFIEL, CASTILLO DE PEÑAFIEL, CASTILLO DE PEÑAFIEL .
Wikipedia : Almería, España - Wikipedia : Almería, España - Wikipedia : Alcazaba de Almería , España - Wikipedia : España : Alcazaba de Almería - Wikipedia : España : Castillo de Velez-Blanco, castillo de Velez-Blanco - Wikipedia : España : Castillo de Velez-Blanco - Wikipeida : España : Batería de San Felipe - Wikipedia : España :España : Batería de San Felipe - Wikipedia : españa : Batería de San Felipe - Wikipedia : España, Almería, Almería : Batería de San Pedro - Batería de San Pedro - Wikipedia : España : Castillo de Cuevas del Almanzora - España : Castillo de Cuevas del Almanzora - Wikipedia : España, Almería : castillo de Gégal - España, Almería : Castillo de Gérgal - Wikipedia : España, Almería : Torre de Mecenas - Wikipedia :España, Almería : Torre de Mecenas - Wikipedia : España : Batería de San Juan de los Terreros - España : Batería de San Juan de los Terreros - Wikipedia : España, Almería : Batería de Santa Ana - España, Almería : Batería de Santa Ana - Wikipedia : España, Almería : Batería de Guardias Viejas - España, Almería : Batería de Guadias Viejas - Wikipedia : España, cádiz , cádiz: Castillo de Aznalmara - Wikipedia :españa, Cádiz : Castillo de Aznalmara - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Berroquejo - España, Cádiz : Castillo de Berroquejo - Wikipedia : españa, Cádiz : Castillo del Espíritu Santo - España, Cádiz : Castillo del espíritu Santo - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Gigonza - Espãna, Cádiz : castillo de Gigonza, Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de malgarejo - españa, Cádiz : Castillo de Melgarejo - Wikipedia : España, cádiz : castillo de Santa Catalina - España , Cádiz : Castillo de Santa Catalina, Castillo de santa catalina - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de San Sebastián, Castillo de San Sebastián - españa, Cádiz : Castillo de San Sebastián - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Sancti Petri - Catillo de Sancti Petri , España, Cádiz : Castillo de Sancti petri - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de San Romualdo - España, Cádiz : Castillo de San Romualdo - Wikipedia : España, Cádiz : Batería de Urrutia - España, Cádiz : Batería de Urrutia - Wikipedia : España, Cádiz : Batería de Zuazo - España, Cádiz : Batería de Zuazo - Wikipedia : España , Cádiz : Castillo de San Marcos - España, Cádiz : Castillo de San Marcos -
Wikipedia : españa, Cádiz : Fuerte de San Luís - España,Cádiz : Fuerte de San Luís - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Guzmán el Bueno - España, Cádiz : Castillo de Guzmán el Bueno - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Tarifa - españa , Cádiz : Castillo de Tarifa - Wikipedia : España, Cádiz : Alcazaba califal de Tarifa - España, Cádiz : Alcazaba califal de Tarifa - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Zahara de la Sierra - España,Cádiz : Castillo de Zahara de la Sierra - Wikipedia : España, Cádiz : castillo de Zahara de los Antunes - España, Cádiz : Castillo de Zahara de los Antunes - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Jimena de la Frontera - España, Cádiz : Castillo de Alcalá de los Gazules - España, Cádiz : Castillo de Alcaláde los Gazules - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Bornos - España, Cádiz : Castillode Bornos - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Olvera - España de Olivera - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Carastas, España, Cádiz : Castillo de Arcos de la Frontera - España , Cádiz : Castillo de la Frontera - Wikipedia : España , Cádiz : Castillo de la Frontera - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de la Frontera - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Benaocaz - España, Cádiz : Castillo de Benaocaz - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Tavizna - España, Cádiz : Castillo de Tavizna - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de San Lorenzo del Puntal - España,Cádiz : Castillo de San Lourenzo del Puntal - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo del Puntal, Castillo de Puntal - España, Cádiz : Castillo del Puntal - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Conil de la Frontera - Espãna, Cádiz : Castillo de Conil de la Frontera - Wikipedia : España, Cádiz : Alcázar de Jerez de la Frontera - España, Cádiz : Alcázar de Jerez de la Frontera - Wikipedia : españa, Cádiz : Castillo Fortaleza de Tempul (Algar) - España, Cádiz : Castillo Fortaleza de Tempul ( Algar ) - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de La Cortadura , españa, cádiz : Castillo de la Cortadura - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Vejer de la Frontera - Espanã , Cádiz : Castillo de Vejer de la Frontera - Wikipedia : España, Cádiz ; Castillo de Ben Alud - España, Cádiz : Castillo de Ben Alud - Wikipedia : Castillo de Luna (Rota ) - Wiipedia : España, Cádiz : Castillo de Luna (Rota) - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Torre-Alháquime - España,Cádiz : Castillo de Torre-Alháquime - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Fátima (Ubrique) - España, Cádiz : Castillo de Fátima ( Ubique ) - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Fátima - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Matrera (Villamartín) - Castillo de Berrueco ( Villamatín ) - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Berrueco (Jerez de la Frontera) - Castillo de Berrueco - Wikipedia :españa, Cádiz : Castillo de Torrestrella , Catillo Torresmalla - Wikipedia : España, Cádiz : Castillo de Santiago (Sanlúcar de Barrameda) , Catillo de Santiago - Wikipedia : españa, Cádiz : Castillo de Medina-Sidonia - castillo de Medina-Sidonia - Wikipedia : españa, Cádiz : Castillo de Algeciras , Wikipedia : Castillo del Lirio (Chiclana de la Frontera) - Wikipedia : Castillo de Carteia (San Roque) - Wikipedia : Castillo de Fatetar - Wikipedia : Castillo de Doña Blanca - Wikipedia : España, Córdoba : Alcazaba de Bujalance - Wikipedia España, Córdoba : Alcázar de los Reyes Cristianos, Alcazar dee los Reyes Cristianos - Wikipedia : España, Córdoba : Castillo de Almodóvar del Río - Wikipedia : España, Córdoba : Castillo de Belmez - Wikipedia : España,Córdoba : Castillo de Espejo - Wikipedia : Córdoba, Córdoba : Castillo de Zuheros - Wikipedia : España, Granada : Alhambra - España, Granada : Alhambra - Wikipedia : España, Granada : Castillo de La Calahorra - Wikipedia : España, Granada : Alcazaba de Loja - Wikipedia : España, Granada : Castillo de Almuñécar - Wikipedia : Alcazaba de Salobreña - Wikipedia : El Castillejo (Los Guájares) - Wkipedia : Castillo de Píñar - Wikipedia : España, Granada : Castillo de Láchar - España, Granada : Castillo de Montefrío - España, granada : Castillo de Moclín - Wikipedia : España,Granada : Alcazaba de Guadix - Wikipeidia : España : lcazaba de Baza - España : Castillo de Iznalloz - Wikipedia : España,Granada, Granada, España : Castillo de llora, castillo de IIora - Wikipedia : España, Hueva, España, Hueva, : Alfayat de la Peña - España, Hueva : Castillo de Aracena , Castillo de Aracena: Wikipedia : Espãna, Hueva : Castillo de Ayamonte - Wikipeidia : España, Hueva : Castillo de Cortegana - Wikipedia : España, Hueva : Castillo de Cumbres Mayores - Castillo de Cartaya - España : Castillo de Moguer - España : Castillo de Niebla, Castillo de Niebla - España : Castillo de San Pedro : España : Castillo de Alcaudete - Castillo de Andújar - Castillo de Arjona - España : Castillo de Begíjar -Castillo de Boabdil (Porcuna) -Castillo de Burgalimar (Baños de la Encina) - Castillo de Canena - Castillo de Castro Ferral (Santa Elena) - España : Castillo de Giribaile (Vilches) - Castillo de Jamilena, Castillo de la Encomienda de Víboras - castillo de La Guardia de Jaén - Castillo de la Iruela - Castillo de la Mota (Alcalá la Real) - Castillo de la Peña (Martos), Castillo de la Peña ( Martos) - Castillo de la Tobaruela (Linares) - Castillo de la Villa (Martos) - Castillo del Berrueco (Torredelcampo)- Torredelcampo - Castillo de Linares - Castillo de Lopera - Castillo de Sabiote - Castillo del Trovador Macías (Arjonilla) - Castillo de Navas de Tolosa (La Carolina) - Castillo de Otíñar - Castillo de Torredonjimeno - Castillo de Santa Catalina (Jaén) - Castillo de Santa Eufemia (Cástulo) - Castillo de Segura de la Sierra - Castillo de Vilches - Wikipedia , España : Málaga, Málaga, : Castillo de Gibralfaro - España , Málaga : Alcazaba de Málaga - España, Malaga : Castillo de Bentomiz - España, Málaga : Castillo Sohail - España, Málaga - Alcazaba de Vélez-Málaga - Alcazaba de Antequera - Castillo de Zalia - Sevilla - Wikipeida : España : Alcázar del Rey Don Pedro (Carmona) - Alcázar de la puerta de Sevilla (Carmona) - Castillo de Cote (Montellano), Castillo de Cote - Castillo de El Coronil - Castillo de las Aguzaderas (El Coronil) - Castillo de Los Molares - Castillo de Luna (Mairena del Alcor), Castillo de Luna - Castillo de Marchenilla (Alcalá de Guadaíra) - Castillo de Morón de la Frontera - Castillo de Utrera - Reales Alcázares (Sevilla) - Alcazar de Alcalá de Guadaíra - España, Aragón : Castillo de Boltaña - Castillo de Loarre - Castillo de Marcuello - Castillo de Monzón - Teruel ( España) - Castillo de Albarracín - Castillo de los Calatravos - Castillo de Peracense - Castillo de Tornos - Zaragoza ( España ) - Castillo de La Aljafería (Zaragoza) - Castillo de Biel - Castillo de Luesia - Castillo de Sádaba - Castillo de Sibirana - Castillo de Uncastillo - Principado de Asturias ( España ) - Castillo de Las Caldas - CANTABRIA (España ) - Castillo de Allendelagua - Castillo de Agüero - Castillo de Argüeso - Castillo de Castro Urdiales - Castillo de Montehano - Castillo de Piñeres - Castillo de Pedraja - Castillo de San Felices de Buelna - Castillo de San Vicente de la Barquera - Castillo de Suances - Torre de Mogrovejo - Torre del Infantado (Potes) - Torre de Proaño (Hermandad de Campoo de Suso) - Torre fortificada de Venero de Castillo - Ciudad Real ( España ) - Castillo de Alarcos - Castillo de Alhambra - Castillo-Convento de Calatrava la Nueva - Castillo de Calatrava la Vieja - Castillo de Caracuel - Castillo de Doña Berenguela - Castillo de la Estrella , Castillo de la estrella - Castillo de Piedrabuena - Catillo de Piedrabuena - Castillo de Pilas Bonas - Castillo de Peñarroya - Castillo de Salvatierra (Ciudad Real) - Cuenca ( España ) - Torre Mangana, (Cuenca) - Castillo de Cuenca, (Cuenca) - Castillo de Alarcón - Castillo de Belmonte, Castillo de Belmonte , - Castillo de Garcimuñoz - Castillo de Huete, Alcazaba de Wabda o Castillo de Luna -Castillo de Puebla de Almenara - (Puebla de Almenara) - Castillo de Haro (Villaescusa de Haro) - Castillo de Moya (Moya) - Castillo de Rochafrida Beteta - Castillo del Cañavate, (El Cañavate) - Castillo de Santiago de la Torre, (San Clemente) - Castillo de Paracuellos, (Paracuellos) - Castillo de Uclés, (Uclés) - Castillo de Montalbo, (Montalbo)
- Castillo de La Hinojosa, (La Hinojosa) - Castillo de Rus, (San Clemente) - Torre del Moro, (Honrubia) - Torre Vieja, (San Clemente) - Torre de Ranera, (Talayuelas) - Castillo de Minglanilla, (Minglanilla) - Castillo de Iniesta, (Iniesta) - Castillo de Zafra de Záncara, Zafra de Záncara) - Castillo de Huélamo, (Huélamo) - Castillo de Cañete, (Cañete) - Guadalajara ( España ) - Castillo de Albalate de Tajuña, Luzaga - Castillo de Albaráñez, Salmerón - Castillo de Alcocer - Fortaleza de Alcolea de Torote, entre Torrejón del Rey y Galápagos - Castillo de Alcorlo, del Corlo o del Congosto, San Andrés del Congosto - Castillo de Algar de Mesa - Castillo de Alhóndiga - Castillo de Almalaff, cHortezuela de Océn - Castillo de Almoguera - Castillo de Alpetea, Villar de Cobeta - Castillo de Anguix - Torre de Aragón, Molina de Aragón, - Castillo de Aragosa - Castillo de Arbeteta - Castillo de Atienza - Castillo de Baides - Castillo de Bembibre, Castilmimbre - Castillo de Berninches - Castillo de Canales del Ducado - Castillo de Casasana - Castillo de Castejón de Henares - Castillo de Castilforte - Castillo de Castilnuevo - Torre de Chilluentes, Tartanedo - Torre de Centenera de Suso, Atanzón - Castillo de Cobeta - Castillo de Codes - Castillo del Conde don Julián, Taravilla - Castillo de Cogolludo - Castillo del Cuadrón o de Santa Ana, Auñón - Castillo de Cuevas Minadas - Castillo de Diempures, Cantalojas - Castillo de Don Juan Manuel, Cifuentes
- Torre de Doña Blanca, Taravilla - Castillo de Doña Urraca o de Molinán, en Beleña de Sorbe - Castillo de Durón - Castillo de Embid - Castillo de Escamilla - Castillo de Escopete - Castillo de Espinosa de Henares o El Palacio - Castillo de Establés o de la Mala Sombra - Castillo de Fuentelencina y torre de la Mora Cantana - Castillo de la Fandiña, Taravilla - Castillo de Fuentelsaz - Castillo de Fuentelviejo - Castillo de Fuentes, Fuentes de la Alcarria - Castillo de los Funes, Villel de Mesa - Castillo de Galve de Sorbe o de los Zúñiga - Castillo de Guijosa - Castillo viejo de Guijosa - Castillo de Guisema, Tortuera - Alcázar Real de Guadalajara - Castillo de Hita - Castillo de Hueva - Castillo de Inesque, entre Angón y Pálmaces de Jadraque, Atienza - Castillo de Jadraque o del Cid - Castillo de Labros - Casa fuerte de La Bujeda, entre Traíd y Otilla - Fortaleza de Las Inviernas - Castillo de La Yunta - Castillo de Loranca de Tajuña - Atalaya de los Casares, Riba de Saelices - Castillo de Mandayona - Castillo de Mayrena, Horche - Castillo de Mesa, Villel de Mesa - Castillo de Miedes de Atienza - Castillo de Milmarcos - Castillo de Mochales - Castillo de Molina de Aragón o fortaleza de Molina de los Caballeros - Castillo de Mondéjar - Castillo de Montarrón - Castillo del Moro, Terzaga - Castillo de los Moros, Luzón - Casilla de los Moros, Membrillera - Castillo de los Moros, Tierzo - Castillo de Motos - Castillo de Muduex - Castillo de Murel de Tajo o de Santa María de Murel, entre Morillejo y Carrascosa de Tajo - Castillo de Ocentejo - Fortaleza de Otilla - Castillo de Orea - Castillo de Palazuelos - Castillo de Pareja - Castillo de Pelegrina - Castillo de Peña Bermeja, Brihuega - Castillo de Peñahora, Humanes - Castillo de Peñalén - Castillo de Peñalver - Castillo de las Peñas Alkalathem o de las Peñas Alcalatenas, entre Trillo y Viana de Mondéjar, Tetas de Viana - Pesebrico del Cid, castillo de Álvaro Yáñez o castillo de Barafáñez, Romanones - Castillo de Pioz - Castillo de Rocha Frida, Atanzón - Castillo de Rueda de la Sierra - Castillo de Saceda, Peralejos de las Truchas - Castillo de Salmerón - Fuerte fusilero de San Francisco, Guadalajara - Castillo de Santiuste, Corduente - Torre de Séñigo, Sigüenza - Casa fuerte de Setiles - Castillo de Sigüenza - Castillo de Riba de Santiuste - Castillo de Tamajón - Castillo de Tendilla - Castillo de Trillo - Castillo de Torija - Fortaleza de Torrecuadrada de los Valles - Fortaleza de Torrecuadrada de Molina - Castillo de Torresaviñán, de San Juan o de la Luna, La Torresaviñán - Castillo de Trijueque - Castillo de Uceda - Castillo de Valfermoso de Tajuña - Castillo de Valtablado del Río - Castillo de Vállaga, Illana - Casa fuerte de la Vega de Arias, Tierzo - Castillo de Viana de Mondéjar - Castillo de Yunquera de Henares - Castillo de Zafra, Campillo de Dueñas - Alcazaba de Zorita, Zorita de los Canes - Toledo ( España ) - Alcázar de Toledo - Castillo de Consuegra - Castillo de Escalona - Castillo de Villalba - Castillo de San Servando (Toledo) - Castillo de Montalbán - Castillo de Olmos - Castillo de Guadamur - Castillo de Oropesa - Castillo de Malpica de Tajo - Castillo de Maqueda - CASTILLO DE PEÑAFIEL, VALLADOLID - CASTILLO DE PEÑAFIEL, VALLADOLIT

- Castillo de Almonacid - Castillo de Peñas Negras - Castillo de Cuerva - Castillo de Barcience - Castillo de Malamoneda - Castillo de Orgaz - Castillo de Almonacid - Castillo de Dos Hermanas - Castillo de Oreja - Castillo de Guadalerzas - Castillo de Peñaflor - Castillo de la Vela - Castillo de San Silvestre - Castillo de Casarrubios del Monte - Castillo de San Vicente - Castillo de Monreal - Castillo de Gálvez - Castillo de La Adrada - Castillo de don Álvaro de Luna - Castillo de Arévalo - Castillo del Alcázar (Ávila) - Castillo de Valcorneja (El Barco de Ávila) - Castillo de Bonilla de la Sierra - Castillo de Zurraquín (Cabezas del Villar) - Castillo de El Mirón - Castillo de Aunqueospese (Mironcillo) - Castillo de Mombeltrán - Castillo del Duque de Montellano (Narros de Saldueña) - Castillo-Palacio de Magalia (Las Navas del Marqués) - Castillo Conde de Rasura (Rasueros) - Castillo de Castronuevo (Rivilla de Barajas) - Castillo de Villaviciosa (Solosancho) - Castillo de Villatoro (Villatoro) - Burgos (E´spaña ) - Castillo de Albillos (Villagonzalo-Pedernales) -